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Os problemas de pele infelizmente atingem muitos pets. Os motivos são variados, eles podem estar relacionados a má higiene do ambiente onde vivem ou até mesmo infecções causadas por fungos ou bactérias. Além disso, as feridas em cães podem dar sinais de que algo está errado com a saúde interna do animal. Por isso, neste artigo vamos te ajudar a identificar os problemas de pele mais comuns entre os cachorros. Continue a leitura!

Confira feridas em cães e suas características

Cuidar da saúde de nossos pets não é somente se preocupar com vacinas, banhos, tosas e boa alimentação. É preciso ficar atento a outros detalhes como pele e pelos. As responsáveis por infecções e feridas em cães, na maioria das vezes, são as temidas bactérias e fungos.

Embora façam parte da flora normal da pele e não apresentem perigo quando estão controladas, o crescimento desenfreado resulta em infecção, feridas e outros problemas. A causa pode estar relacionada a outros problemas já existentes, imunidade baixa, umidade, estado de conservação do ambiente onde vivem e até o PH da pele.

As feridas em cães se manifestam de diversas formas. Algumas com mau cheiro, outras com aparência de “espinhas”, queda de pelo, vermelhidão e coceira. Geralmente aparecem em partes do corpo como pescoço, barriga e tronco e devem ser tratadas com seriedade, caso contrário a riscos de agravamento e até óbito.

Micoses

São causadas por diversas variedades de fungos e na maioria das vezes são relativamente simples e fácil de serem tratadas. Os fungos são organismos que vivem na pele dos cães sem apresentar problemas. O desconforto começa quando sua reprodução é intensa. As axilas, virilhas e outras partes úmidas, principalmente após o banho, são cenários perfeitos para sua reprodução. Coceira, perda de pelo, escoriações, descamação e pele com a coloração mais escura, são sintomas da atuação dos fungos.

Leishmaniose

A leishmaniose é uma zoonose (doença transmitida de animais para humanos) de diagnóstico complexo e difícil tratamento. É uma doença crônica, sendo assim, o tratamento é direcionado para o alívio dos sintomas e melhores condições de vida do animal, pois não tem cura.

Seus principais sintomas são descamação e infecções na pele, perda de pelos, ulceras nasais e ao redor dos olhos e crescimento anormal das unhas. Além disso, apatia, intolerância ao exercício, perda de peso, anorexia, insuficiência renal e aumentos dos linfonodos podem ser observados.

Esporotricose

É uma um zoonose causada por um fungo denominado Sporothix schenkii. Esse fungo pode ser encontrado em qualquer ambiente e se alimenta de matéria orgânica em decomposição. Sua transmissão ocorre quando o microorganismo penetra na pele através de algum ferimento.
A esporotricose não é uma doença comum, porém no Brasil existem regiões que são consideradas endêmicas
Acometem cães de caça e gatos não castrados que tem acesso a rua.
As lesões normalmente se caracterizam por nódulos firmes e que não coçam, alguns desses nódulos podem ulcerar e drenar uma secreção sanguinolenta a purulenta. Os locais mais acometidos são cabeça e extremidades do corpo.
A esporotricose pode se manifestar de três formar distintas: cutânea, cutânea-linfática ou disseminada.

Sarna

A popular sarna é uma doença de pele que provoca intensas coceiras, feridas e infecções. Os ácaros se alojam na pele do animal onde se alimentam e se reproduzem, proliferando o problema ao redor do corpo.
As sarnas mais comuns são: sarna sarcóptica (zoonose), provoca coceira intensa, vermelhidão e crostas pelo corpo; sarna otodécica, que atinge os ouvidos de cães e gatos, causando muita coceira, são mais comuns em gatos jovens e sarna demodécica, também conhecida como sarna-negra, não é uma zoonose, é uma doença crônica, geralmente não causa coceira, as lesões mais comuns são crostas, perda de pelo e a pele pode apresentar uma coloração mais escura.

Piodermite canina

Normalmente associada a outras doenças de pele, a piodermite canina surge quando outros problemas não são tratamento por completo. Ela é uma doença bacteriana não contagiosa e ocasiona intensa coceira, secreção purulenta e pele avermelhada. Para diagnosticá-la é necessário fazer alguns exames e descobrir a causa primária.

A primeira reação de problema na pele, procure um veterinário

Algumas características entre um problema e outro são muito semelhantes e fácil de serem confundidos. Por isso, é recomendado levar o pet para um profissional a fim de obter um diagnóstico claro e certeiro.

Conte com a Alpha Conde para te manter bem informado sobre o mundo dos pets. Caso seu cão tenha apresentado qualquer sinal destes problemas ou outros, entre em contato e agende já uma consulta!

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A parvovirose canina é uma doença contagiosa que acomete de maneira severa muitos cães, especialmente os filhotes. Ela pode causar danos graves ao intestino, a medula óssea e provocar a morte do animal. 

Essa enfermidade, que matou muitos cachorros nos anos 80, é transmitida pelas fezes do animal doente que, em contato com um cão saudável, pode acometê-lo até mesmo indiretamente. A contaminação se dá pelo contato de fezes ou vômitos com o vírus, por via respiratória e por secreção oculonasal. Sabe-se que o vírus pode permanecer em locais por quase 6 meses, podendo contaminar o cachorro que tiver contato com locais com a presença do vírus ou tocando objetos como roupas, potes e sapatos contaminados. 

Nesse artigo, apresentaremos os principais sintomas da parvovirose canina. Entenda também como é feito o tratamento e formas de prevenção para que o seu cãozinho não tenha esse problema. Continue lendo!

Principais sintomas da parvovirose canina

Essa doença afeta os animais de maneira aguda. Os casos costumam ser observados em sua maioria em cães filhotes, com menos de 6 meses de idade. Isso porque os cães adultos não costumam apresentar sintomas. Os principais deles são:

  • Perda de peso
  • Vômito
  • Diarreia (às vezes hemorrágica)
  • Febre e hipotermia
  • Desidratação
  • Depressão
  • Pálpebras e gengiva pálidas

É importante ressaltar que, na presença de qualquer um desses sintomas, é essencial que o tutor se encaminhe junto com o animal para o médico veterinário. Isso porque, mesmo que não seja necessariamente parvovirose canina, pode representar outra doença grave. 

Identificação e tratamento

Assim que o animal chega ao veterinário, o profissional irá realizar um diagnóstico clínico com base nos sintomas apresentados. Além disso, ele também pode realizar alguns testes por meio de exame de sangue. Assim, é possível  identificar precisamente a presença do vírus. 

Se confirmada a doença, o cachorro provavelmente deverá ficar internado em uma ala de isolamento. Isso garante que ele não transmita para outros animais e também para que ele receba o tratamento adequado, observação e medicamentos necessários para se curar. 

Como a parvovirose deixa o animal debilitado, a internação oferece cuidados especiais para reduzir os sintomas como desidratação, perda de apetite e vômito. 

Como evitar a parvovirose canina

Quando falamos que é melhor prevenir do que remediar, isso também vale para os cães. A vacinação é a melhor maneira de evitar que os animais contraiam a parvovirose canina, especialmente as vacinas V8 e V10, que também previnem muitas outras doenças. 

A limpeza de locais, potes, camas e roupas com água sanitária são essenciais para controle do vírus no ambiente em que teve contato com um animal doente com o Parvovírus.

Quando ainda filhotes, antes de concluir o ciclo de vacinação, é essencial que evite o contato com outros animais, materiais contaminados e até mesmo locais muito abertos. Isso porque, além da parvovirose, também podem contrair outras doenças. 

Não se esqueça de que se você perceber algum dos sintomas citados acima, vale a pena verificar mais a fundo junto ao profissional sobre algum possível problema ou doença. Aqui na Alpha Conde você conta com veterinários especializados que podem ajudá-lo nesse tratamento. 

Agende uma consulta! E continue acompanhando nosso blog para conferir muitas outras dicas e conhecimentos para um pet saudável e feliz!

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A doença periodontal é um dos problemas mais comuns em pets, principalmente os cachorros. Isso acontece por uma razão muito simples: falta de escovação. Pode parecer besteira, mas a higienização é essencial desde filhotes, para evitar que complicações os atinjam no futuro. Para saber mais sobre a doença periodontal continue a leitura!

O que é doença periodontal e como saber se seu pet tem esse problema

Devido a falta de higienização, 9 em cada 10 pets acabam adquirindo a doença periodontal. O problema é caracterizado por inflamação da gengiva e nos tecidos envoltos aos dentes do animal. O resultado é a formação da placa bacteriana que se acumula, permitindo que bactérias destruam o ligamento periodontal.

Por ser uma doença que se agrava gradativamente, quando não cuidada há tempo, acaba colocando em risco a saúde bucal dos pets. Em estágio avançado, pode levar a queda dos dentes, sendo os animais adultos e idosos os mais propensos.

Para identificar se seu animal tem a doença periodontal é simples. O mau hálito é o sinal mais perceptível. Ele é causado pela halitose que libera gases sulfurosos ocasionando mau cheiro. Em segundo lugar, vem a inflamação da gengiva, com sangramentos e dor.

Caso você não saiba identificar uma boca saudável, ela é definida por dentes brancos e gengiva em tom rosado. Quando inflamada, ganha áreas com pigmentação escura. Como resultado da inflamação da gengiva, os dentes do animal criam manchas marrons que chamamos de tártaro, uma placa bacteriana que endurece na superfície dos dentes, facilitando o acúmulo de alimento e intensificando o grau da doença periodontal.

Meu pet possui a doença periodontal, o que fazer?

Infelizmente, não existem tratamentos que envolvam medicações. A única solução é tratar a doença com tratamento odontológico. O animal recebe uma anestesia geral e é sujeito a raspagem das raízes e dentes, polimento e em casos mais graves, a extração dos dentes comprometidos.

Embora qualquer cirurgia cause receio nos donos, esse procedimento leva 1 hora e costuma ser simples. Quando a doença está em estágio avançado, pode levar 2 horas ou mais, mas normalmente o animal recebe alta no mesmo dia.

Como evitar este problema

Antes de mais nada, é importante ressaltar que qualquer grau da doença periodontal deve receber tratamento. Por isso, não espere que a quantidade de tártaro ou um pequeno mau cheiro da boca de seu pet aumentem para resolver o problema.

Agora, se você não deseja que seu cão ou gato passe por essa situação, não há como fugir. A melhor maneira de prevenir a doença é com a escovação dentária diária.

Uma outra forma de distraí-los e mesmo assim colaborar nos cuidados dentários é comprar uma escova e mordedor (é um produto só). Assim ele brinca com o objeto e sem saber, estará limpando seus dentes.

Não há mais solução? Hora da cirurgia

Leve seu pet para fazer uma consulta, assim é possível avaliar sua saúde e realizar o tratamento, independentemente do grau. Aqui na Alpha Conde, ele passará por uma avaliação com nossos médicos veterinários. Entre em contato para mais informações. Agende uma consulta ou ligue para (11) 4193-8231.

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Um problema relativamente comum em muitos cães é a otite externa. Isso porque a fisiologia de algumas raças faz com que os microrganismos que causam a doença se proliferem mais facilmente. Por isso, preparamos um artigo explicando o que é essa infecção, seus principais sintomas e também como é feito o tratamento para que você esclareça todas as suas dúvidas. Continue lendo!

O que é otite externa?

A otite externa é um tipo de inflamação/infecção que atinge o ouvido dos cães, principalmente em raças que possuem a orelha caída, como beagles, cockers e bassets. 

Ela se dá por conta das bactérias, ácaros e fungos naturais que vivem nessa região do animal. Normalmente, elas vivem em harmonia com o organismo. Porém, quando a imunidade do pet cai ou quando alguns fatores que predispõem seu crescimento estão presentes como umidade e temperatura mais alta, elas se reproduzem em maior escala e levam a essa infecção. 

Existe também a chance de inflamação por parasitas, como pulgas, carrapatos e ácaros, doenças alérgicas e outras doenças que impactam na renovação da pele ( como desordens na queratinização).

Quais os principais sintomas?

O ideal é identificar a doença o quanto mais rápido possível para poder tratá-la de maneira mais efetiva. Alguns dos principais sintomas que os donos devem ficar atentos no pet são:

  • Dor ao coçar a região da orelha
  • Coceira intensa tanto com a pata quanto esfregando no chão
  • Cheiro forte no ouvido
  • Excesso de secreção/cera
  • Chacoalhar a cabeça constantemente

Casos mais graves podem levar o cão a perder o apetite, por conta da dor, e até mesmo comprometer a audição do animal. Por isso, se houver qualquer suspeita de que seu pet possa estar com otite externa, procure uma clínica veterinária de confiança.

Tratamento de otite externa

Antes de tudo, o veterinário irá realizar alguns exames para determinar o nível de gravidade da doença. Além do relato do dono, o profissional também irá fazer a otoscopia, onde introduz um instrumento dentro do ouvido do animal para visualizar a situação. 

Na maioria das vezes, o tratamento é feito com limpeza nos ouvidos e aplicação de medicamento. Este, pode inclusive ser aplicado em casa pelo próprio dono. No entanto, apenas o veterinário pode receitar esse remédio e sua posologia. Muitas pessoas costumam comprar e aplicar por conta própria por não considerar uma doença grave e acabam levando a quadros mais graves e a resistência de bactérias , complicando ainda mais a otite. 

Como evitar que isso aconteça?

Por mais que existam diversas causas que levam o cão a ter otite externa, de maneira geral, alguns cuidados podem ser tomados para evitar que ela surja, tais como:

  • Fazer limpeza semanal no ouvido do animal
  • Levar o pet para tomar banho em locais de confiança
  • Ao dar banho em casa, utilizar protetores auriculares
  • Enxugar a orelha do cão sempre que estiver molhada
  • Visitar ocasionalmente o veterinário para fazer consultas periódicas

Não se esqueça: se você perceber algum dos sintomas citados acima, verifique junto ao profissional sobre algum possível problema ou doença. Aqui na Alpha Conde você conta com veterinários especializados que podem ajudá-lo nesse tratamento. 

Agende uma consulta e continue acompanhando nosso blog para conferir muitas outras dicas e conhecimentos para um pet saudável e feliz!

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Você sabe por que gatos afofam? Entenda nesse artigo que preparamos!

Quem tem gatos em casa com certeza já passou pela situação em que ele subiu no colo e ficou amassando com as patas e ronronando, quase como se estivesse fazendo um pão, não é mesmo? Esse ato engraçado e bastante bonitinho é também um tanto quanto curioso e muitas pessoas se perguntam o porquê dos felinos fazerem isso. Nessa matéria, apresentaremos alguns dos motivos que podem levar os gatos a afofarem seus donos, as almofadas e cobertas ao redor da casa. Continue lendo! 

Por que gatos afofam?

Todo ‘gateiro’ sabe que esse é um comportamento bem típico dos gatos. Também conhecida como “‘amassar o pãozinho”, essa mania dos felinos tem algumas explicações, que vão desde recordações dos primeiros meses de vida até demarcação de território. Confira abaixo quais algumas das principais:

Lembranças de quando eram filhotes

Um dos principais motivos que explicam por que gatos afofam é que esse movimento é mantido desde a infância, quando precisam estimular as glândulas mamárias da mãe para poder tomar o leite. Portanto, mesmo depois de adultos, isso continua dando a sensação de conforto para os felinos, fazendo com que eles lembrem de um momento de carinho e bem estar.

Para deixar mais macio

Algumas pessoas afirmam ainda que os gatos fazem isso para deixar o local onde vão deitar mais macio e confortável. Inclusive, diz-se que esse comportamento é trazido desde quando eram selvagens e precisavam dormir na grama ou em pilhas de folhas. Por isso, quando encontram um travesseiro ou uma coberta, afofam para garantir uma soneca ainda melhor.

Marcar território

Existe também uma teoria que afirma que os gatos fazem isso a fim de demarcar o território. Quando massageiam as cobertas, almofadas e até mesmo seus donos, o seu cheiro fica no local por meio das glândulas odoríferas que ficam nas suas patas. Parecido com o que os cães fazem quando urinam nos locais. Porém, diferente dos cachorros, a castração não é suficiente para que eles não façam mais isso. Nesse caso, a melhor maneira de tratamento é por meio da homeopatia.

Demonstração de amor

Há quem diga ainda que essa é uma demonstração de amor. De qualquer forma, independente do motivo,  uma coisa é certa: esse ato revela que o seu gato sente uma profunda ligação de carinho e cuidado com você. Nada melhor do que retribuir esse afeto com ainda mais amor e carinho!

O que fazer quando os gatos afofam?

Quando estão massageando, os gatos ronronam, demonstrando que isso os faz se sentirem confortáveis. Por isso, busque incentivar esse ato e nunca afaste seu gato! Isso pode acabar assustando ele ou até mesmo passar a impressão de que você não gosta dele.

Porém, se as garras do felino estiverem te machucando, lembre-se de mantê-las cortadas ou até mesmo considere comprar um arranhador para que ele gaste as unhas. Outra dica é colocar um pano ou cobertor com o colo para que ele não afofe diretamente na pele.

E aí, o que você achou do nosso artigo? Entendeu por que os gatos afofam? Se você gostou, compartilhe com a sua rede e não deixe de acompanhar as dicas da Alpha Conde para saber tudo sobre o mundo dos pets! 

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Seja um gato, cachorro, coelho, papagaio… O cuidado e o carinho são essenciais para qualquer pet! Por isso, dentre muitas outras obrigações dos donos, está a escolha de um bom veterinário para que o animal continue saudável e feliz. 

Se você busca por um hospital completo para o seu pet na região de Santana de Parnaíba, conheça o Centro Veterinário Alpha Conde. Com estrutura complexa e diversas especialidades, oferece atendimento clínico 24 horas com equipe altamente qualificada e tecnologia de ponta.

Além disso, dispõe de centro cirúrgico e uma completa ala de internação. Tambem possue setor de estética animal com serviços de banho e tosa. Os pacientes também podem contar com uma farmácia completa com medicamentos, produtos de boutique, acessórios personalizados nacionais e importados e muitos mimos.

Conheça abaixo um pouco mais sobre a estrutura e serviços disponibilizados pela Alpha Conde e deixe seu pet em boas mãos.

Serviços

A Alpha Conde conta ainda com diversos serviços em suas instalações, sempre prezando pela saúde e bem-estar dos pets. Seja qual for a situação ou o animalzinho, o centro veterinário oferece uma solução! 

Banho e tosa: trabalhando com as melhores marcas, os profissionais usam do cuidado e carinho para deixar os animais bonitos e cheirosos. Além disso, se aperfeiçoam constantemente em novas técnicas e especializações. 

Clínica Geral: equipe completa de veterinários a pronto atendimento para os animais 24 horas por dia e 7 dias por semana.

Cirurgia Geral: centro cirúrgico completo com cirurgiões e anestesistas especializados para realização de castrações, biópsias, retiradas de nódulos e procedimentos mais complexos,, além de cirurgias de emergência e urgência.

Diagnóstico por imagem: prestando os serviços de ultrassonografia, radiologia, endoscopia e ecocardiografia, a Alpha Conde conta com profissionais capacitados para cuidar, diagnosticar e examinar.

Laboratório: em parceria com o Comprov Diagnóstico Veterinário, oferece ainda diagnóstico clínico e laboratorial, resultados seguros e revisados por profissionais.

Internação: espaço amplo com aparelhos de monitoramento, bombas de infusão contínua, oxigênio e aquecimento, além de profissionais especializados em intensivismo para melhor receber os pacientes. 

Pet Shop: boutique com produtos nacionais e internacionais de alta qualidade como brinquedos e acessórios para cães e gatos, além de rações, medicamentos e muito mais.

Especializações

Além disso, o centro conta ainda com diversos profissionais especializados no atendimento de serviços como:

  • Acupuntura
  • Fisioterapia
  • Endocrinologia
  • Cardiologia
  • Oftalmologia
  • Dermatologia
  • Reprodução
  • Odontologia
  • Ortopedia
  • Neurologia
  • Oncologia
  • Homeopatia
  • Nutrição
  • Pneumologia
  • Gastroenterologia
  • Felinos
  • Silvestres

E muito mais!

Centro veterinário em Santana de Parnaíba

A Alpha Conde é um centro clínico com ampla expertise instalado em Alphaville, mas que também atende em Barueri e Santana de Parnaíba. Se destaca pela ética e dedicação, sempre priorizando a excelência no atendimento. 

Está procurando por um veterinário em Santana de Parnaíba para atender o seu animal? Conte com a Alpha Conde e seus profissionais, que trabalham com amor à profissão e aos seus pacientes. Entre em contato ou venha nos visitar para saber mais sobre os serviços prestados e estrutura do centro.

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Gato soltando muito pelo: confira os motivos que podem estar causando isso

Os donos de gato costumam lidar constantemente com bolas de pelo nas roupas e espalhadas pela casa. No entanto, quando isso se torna excessivo, é necessário ficar de olho e entender se o felino não está sofrendo com outras patologias que levam a perda de pelagem. Para que você compreenda se isso está sendo natural ou se o pet está com algum problema, preparamos o artigo abaixo com os principais motivos que podem fazer com que seu gato solte muito pelo. Confira!

Gato soltando muito pelo: principais causas

A queda da pelagem é algo normal nos gatos, fazendo parte inclusive da constituição física dos felinos. A intensidade pode variar de acordo com fatores genéticos (raça), temporais (idade) e até mesmo ambientais (no calor, a perda é maior).

No entanto, quando essa perda é intensa e acompanhada de outros sintomas, então saiba que esse tipo de situação merece ser investigado junto ao veterinário. Vale ficar atento quando a queda é:

Localizada

Isso pode estar acontecendo por três motivos: ou seu felino está arrancando os próprios pelos por conta de estresse, ou então ele pode estar com algum tipo de alergia e até mesmo com a presença de fungos ou abcessos.

Excessiva

Se você identifica que a queda está sendo excessiva e constante, então ele pode estar com alguma deficiência nutricional, com uma alimentação fraca em vitaminas e minerais, ou até mesmo com problemas comportamentais como estresse e mudança ambiental.

Com feridas

Esse já é um problema que merece um pouco mais de atenção pois pode indicar que o seu gato está sofrendo com a picada de pulgas e insetos ou pelos mesmos motivos da queda localizada. No entanto, podem ocorrer infecções secundarias nessas feridas, prejudicando ainda mais o seu pet.

Na região das orelhas

Esse outro tipo de queda específica na região das orelhas pode significar que o seu felino está com algum tipo de contaminação fúngica, otite ou até mesmo sarna nesta região.

Além disso, também existem outros problemas de pele como micoses e doenças sistêmicas como as doencas hormonais que podem causar a queda de pelo nos gatos. Por isso, vale a pena consultar um veterinário antes de tomar qualquer atitude.

Saiba como diminuir

De forma geral, a escovação já é uma ótima forma de reduzir essas quedas constantes. Isso porque os gatos não necessitam necessariamente do banho e tosa constante assim como os cães, já que eles se limpam sozinhos. Porém, tente penteá-lo ao menos duas vezes por semana para remover os pelos enfraquecidos e isso já irá diminuir bastante o surgimento das bolas de pelo.

Além disso, uma boa dica que também pode ajudar é verificar com o seu veterinário sobre a ração. Como a falta de nutrientes pode levar ao enfraquecimento dos fios, peça a orientação sobre a marca utilizada e os valores nutricionais e até mesmo indicações caso seja necessário trocá-la.

No entanto, se você perceber algum dos sintomas citados acima, vale a pena verificar mais a fundo junto ao profissional sobre algum possível problema ou doença. Aqui na Alpha Conde você conta com veterinários especializados que podem ajudá-lo no tratamento de gato soltando muito pelo. 

Agende uma consulta e continue acompanhando nosso blog para conferir muitas outras dicas e conhecimentos para um pet saudável e feliz!

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Quem tem gatos sabe o quanto eles gostam de sair de casa para dar alguns passeios. No entanto, essas simples escapadas podem colocar o felino em risco, tanto por acidentes quanto pela maldade de algumas pessoas. 

Apesar de a coleira ser útil, ela se desgasta ao longo do tempo, pode ser perdida ou até mesmo arrancada. Por isso, uma alternativa que tem se mostrado ainda mais eficiente para a localização e identificação é o chip para gatos. Continue lendo para saber mais sobre essa nova tecnologia!

Como funciona o chip para gatos?

O chip ou microchip é um sistema eletrônico do tamanho de um grão de arroz que é implantado sob a pele do animal e serve como a maneira mais confiável e segura de identificação de um pet.

Em Portugal, essa medida já é obrigatória para todos os proprietários dos felinos, que deverão fazer a implantação até 2021. Em cães, o dispositivo já era necessário desde 2008. Além disso, os donos que forem levar seus pets para o Japão e outros países da Europa devem ficar atentos pois o chip também é exigido por lei. 

Implantação

O processo é feito por um veterinário e, no geral, é bem simples, não sendo necessária cirurgia e nem mesmo anestesia. Com uma seringa especial, parecida com as de vacinas, o especialista introduz o chip na altura da nuca do gato e empurra com o injetor. Esse é o local mais apropriado pois facilita a leitura pelo scanner.

Dados

Os dispositivos possuem um conjunto de números único que, quando escaneado, apresenta os dados do dono como nome, endereço e telefones de contato, e também do gato como idade, raça e outras informações relevantes. Portanto, na hora de cadastrar o pet, é necessário preencher a ficha com muita atenção para que nada seja incluído errado. Caso ocorra alguma mudança de endereço, proprietário ou falecimento do pet, também é necessário atualizar os dados do banco de dados.

Leitura

Já para ler o chip é necessário um aparelho específico para isso. Ele contém um scanner que lê todas as informações do pet através de uma frequência de rádio baixa. O leitor capta os números, que são verificados pela empresa no seu banco de dados. Em seguida, os dados do felino e do proprietário surgem na tela. Infelizmente o microchip ainda não serve para acompanhar o gato como um tipo de sistema GPS, pois é ativado apenas quando alguém utiliza o leitor no animal.

Quais animais podem usar?

Além dos gatos, os donos de cães também costumam utilizar essa tecnologia. A princípio não existe nenhuma restrição quanto ao animal que irá receber o chip, podendo ser aplicado em qualquer raça, peso ou tamanho. 

O indicado é que ele seja implantado a partir do terceiro mês de vida do pet, quando ele já recebeu a terceira dose da vacina múltipla. Além disso, outros animais também podem contar com o dispositivo como bois, cavalos, peixes, aves e roedores.

Vantagens do chip para gatos

A implantação dos chips não é novidade. Eles já são comuns em animais silvestres ou que foram resgatados. No entanto, eles também se tornaram de grande utilidade para a identificação de bichos domésticos ao se perderem na rua. Por isso, é possível notar diversas vantagens desse aparelho como: 

  • Se mantém ao longo da vida do gato, pois não precisa de manutenção, bateria e não se perde;
  • Ajuda a localizar animais que fugiram ou se perderam;
  • Funciona como uma medida preventiva de combate ao maltrato e abandono de animais;
  • Serve também como comprovante de propriedade caso o felino seja roubado.

Além disso, a implantação desse aparelho não tem preços exorbitantes, fazendo com que o investimento seja tanto benéfico quanto acessível.

Se você deseja contar com os benefícios dessa tecnologia no seu felino, saiba que aqui na Alpha Conde realizamos o processo completo de chipagem do seu pet com materiais de qualidade e devidamente certificados. Entre em contato conosco e agende uma consulta para o seu bichano agora mesmo!

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Uma das primeiras coisas que o dono deve pensar ao comprar ou adotar um cachorro é a castração. Muitos não conhecem ou até mesmo ignoram a importância dessa cirurgia, no entanto ela pode trazer diversos benefícios para o seu pet, principalmente no controle de doenças e controle de natalidade. Continue lendo para entender mais detalhes sobre esse procedimento!

Por que castrar o meu cão?

A castração é não apenas um ato de precaução como também de amor e cuidado, evitando uma série de outros problemas que podem surgir. 

Além disso, é uma maneira de controlar a superpopulação de animais carentes, logo que muitos acabam procriando e seus filhotes ficam vagando sem conseguir um lar, adoecendo, sofrendo maus tratos e até mesmo falecendo.

Por isso, a castração faz com que o animal fique saudável, prevenindo doenças e problemas como: 

  • Câncer de próstata e testículo para os machos;
  • Tumores nas mamas, ovários e útero para as fêmeas;
  • Gravidez psicológica (pseudociese) para as fêmeas;
  • Mastite para as fêmeas;
  • Comportamentos agressivos principalmente em machos;
  • Demarcação de território e dominância em machos;

Como é feita a castração em cães?

Antes de ser feita a cirurgia propriamente dita, o animal passará por alguns exames e avaliações clínicas para garantir que ele está em condições saudáveis e seguras para realizar a castração.

Nas fêmeas, é realizado um corte embaixo do abdômen para retirar o útero e os ovários. Nos machos, a incisão é feita para remover apenas os testículos.

O procedimento é feito em centro cirúrgico, com profissionais adequados, anestesia inalatória e monitoramento de sinais vitais. O animal costuma permanecer por apenas 24 horas na clínica para certificar que ele tenha uma recuperação tranquila. No entanto, em casa é necessário tomar alguns cuidados para que ele não tenha nenhuma complicação.

Qual o melhor momento para realizar?

Cada animal possui suas necessidades e o médico veterinário irá avaliar o melhor momento para realizar a cirurgia, analisando com cuidado a idade do animal. Porém, existem alguns requisitos mínimos que devem ser obedecidos para castrar o seu pet, independente se for macho ou fêmea:

  • Para fêmeas, após o primeiro cio, que pode acontecer ainda no primeiro ano;
  • Para machos, assim que começar a demonstrar os primeiros comportamentos do início da puberdade;
  • É necessário que o cão esteja saudável e com os exames físicos, clínicos, cardíacos e laboratoriais em dia;

De uma forma mais ampla, quanto mais cedo, melhor. Isso porque os pets mais jovens o risco de apresentar problemas de saúde e comportamentais são menores. Já os cães idosos podem ter algumas complicações desencadeadas por outras doenças. 

Cuidados após a castração de cachorro

Assim que o cãozinho sair da clínica, é muito provável que ele já vá para casa com uma roupa cirúrgica ou colar protetor. É fundamental que permaneça com elas por pelo menos 8-10 dias para evitar que lamba ou morda o corte onde estão os pontos.

Será necessário ainda fazer a limpeza do curativo para evitar infecções e medicá-lo com os remédios certos receitados pelo veterinário. Qualquer mudança de comportamento, retorne com o cãozinho para reavaliação com o especialista responsável.

O veterinário pode solicitar que você retorne com o pet depois de 7 a 15 dias para verificar o curativo. Se necessário, será nesse período que ele irá retirar os pontos. Porém, mesmo após esse período, ainda será necessário cuidar do cão especialmente no que diz respeito à nutrição para que ele não tenha problemas com obesidade.

Procurando por uma clínica veterinária em Barueri?

Se, depois de ler esse artigo, você conseguiu compreender a importância dessa cirurgia e deseja castrar o seu pet em Barueri e região, conte com a Alpha Conde! 

Nossa equipe de cirurgiões e anestesistas realiza a castração de cachorro programada com precisão e cuidado para que o seu pet volte para casa tranquilo e saudável. Agende agora mesmo a cirurgia do seu cão e lembre-se de fazê-lo o quanto antes.

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Desde os primeiros meses de vida um filhote de gato aprende por instinto a se limpar sozinho. A língua dos gatos foi projetada para essa atividade e é assim que conseguem manter sua pelagem bonita. Mas, apesar de fazerem essa função muito bem, o banho de gato não é completo e eles precisam tomar banho com certa frequência. Se você acabou de adotar um gato, leia nosso artigo ensinando como cuidar do seu gato. Agora se precisa de ajuda sobre banho em gato filhote, continue a leitura.

Banho em gato filhote: sim ou não?

“Gatos não precisam tomar banho” ou “Gatos não se dão bem com água”. Você com certeza já disse ou ouviu alguma dessas afirmações, não é? Acontece que, embora os gatos sejam meio ariscos na hora do banho, a higiene é essencial para sua saúde.

Então, sim! você pode dar banho em seu gato filhote, mas existem alguns critérios para isso. Primeiro, os banhos só estão liberados depois de todas as vacinas tomadas, por isso fique em dia com a carteirinha de vacinação de seu pet. Em segundo lugar, o recomendado é que o primeiro banho seja dado apenas depois dos 6 meses de vida.

Essas medidas farão com que o gato esteja preparado imunologicamente, além de acostumá-lo desde cedo a rotina de banhos.

Mas e se meu gato acabar se sujando muito antes deste período? Bom, neste caso o recomendado é dar um banho simples embaixo do chuveiro. Coloque ele em seu colo, tenha cuidado para não entrar água nos ouvidos e olhos e passe as mãos até tirar os resíduos de seus pelos.

Outra maneira para manter seu gato limpo é realizar a “manutenção dos pelos”. Com uma escova remova os pelos mortos. Assim você também evitará que o gato faça a ingestão dos pelos durante sua auto limpeza. Lembre–se, quanto antes começar essa prática mas natural serão os banho para o seu pet.

Passo a passo do banho de um gato filhote

Agora, se seu gato já passou pelos critérios mencionados acima é hora de aprender a dar banho em gato filhote. Durante os primeiros banhos eles normalmente ficam muito estressados pois realmente, a maioria não gosta muito de água. Por isso, tente fazer com que estes sejam momentos tranquilos, tenha calma e siga nossas recomendações:

1. Prepare a água

Separe uma bacia e coloque água morna, em torno de 39ºC. Teste com sua mão, caso a água esteja agradável para você, também estará para ele.

2. Hora do banho

Coloque o gatinho na bacia e inicie aos poucos a limpeza. Com uma das mãos segure o gato e com a outra comece a molhar ele. Tome muito cuidado e procure se manter calmo, seu temperamento pode refletir no comportamento do gato. Depois de completamente molhado passe para o próximo passo.

3. Passe shampoo e condicionador

Compre um shampoo para gatos filhotes recomendado por um veterinário e coloque uma pequena porção em sua mão. Aplique no gato e comece a massageá-lo até produzir espuma. Enxágue e repita a ação se necessário. Depois passe condicionador e enxágue por completo. Tome cuidado com a área dos olhos e não deixe que entre água nos ouvidos.

4. Secagem

Assim que finalizado o banho, enrole seu gato em uma toalha macia para enxugá-lo. Se possível utilize um secador de voltagem baixa para que o barulho não assuste o pet. Se certifique que ele esteja totalmente seco pois a umidade de seus pelos podem causar fungos e resfriados.

5. Lembretes importantes

Os gatos são realmente animais muito higiênicos e por isso quando vivem sem acesso a rua a frequência de banhos deve ser ainda menor. Se eles não estiverem sujos, deixe que eles realizem sua própria limpeza. Intervalos de 5 a 6 semanas entre um banho e outro são normais. Dê banhos apenas por necessidade! Além disso, é interessante dar recompensas após a ação, como petiscos, frutas ou brinquedos novos. Fazer com que eles associem a hora do banho com prazer é excelente.

como dar banho em gato filhote

Gostou dessa dica? Aqui na Veterinária Alpha Conde nos empenhamos para te manter muito bem informado. Acesse nosso blog e confira outros assuntos, como por exemplo, como cuidar de gato e saiba tudo sobre a dermatofitose em gatos. Até a próxima!

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Sim, os gatos também podem ser diagnosticados com HIV. Neste caso, a doença equivalente se chama FIV felina, da sigla feline immunodeficiency virus. Causada pelo vírus da imunodeficiência felina, ela apresenta sintomas parecidos com o problema que acomete os humanos. Diante de tamanho perigo a vida dos bichanos é necessário entender melhor sobre essa doença. Veja agora!

Como acontece a transmissão do vírus da imunodeficiência felina

Embora tenha características parecidas com a AIDS, a infecção por FIV é exclusivamente felina, não sendo transmitida dos gatos para os humanos. Para os gatos contraírem a doença, existem alguns fatores e os mais comuns acontecem em brigas por territórios ou durante o acasalamento. Em brigas, o gato infectado, por meio de mordidas ou arranhões, fere um gato saudável, transmitindo o vírus. Nos casos mais atípicos, a FIV também é transferida da mãe ao filhote via amamentação ou transplacentária.

Embora a grande parcelas de gatos positivos para a FIV, sejam os de vida livre, os felinos domésticos que possuem acesso a rua, podem estar expostos a contaminação. Por isso, é preciso ficar atento, evitar se que seu pet saia para passeios, e se não for possível evitar, sempre testar o animal pelo menos anualmente, ou em casos de qualquer sintoma.

O que ocorre com um gato infectado

O vírus da FIV, destrói os glóbulos brancos dos gatos, causando a perda de boa parte da imunidade, deixando os felinos mais propensos a contrair outras doenças, além de se prejudicar a recuperação de outros problemas de saúde.

Os principais sintomas percebidos são semelhantes aos de outros problemas de imunidade, por isso é fácil acabar confundindo de doença no início. Durante a fase da infecção aguda, os gatos afetados podem apresentar perda de peso, diarreia, feridas na pele, na boca e febre.

Uma série de infecções podem ser apresentadas na fase da imunodeficiência, como infecções crônicas das vias respiratórias superiores, úlceras proliferativas, demodicose. Em casos mais graves outros tipos de alterações como neoplasia e doenças neurológicas também podem surgir.

Diagnóstico e tratamento da FIV felina

Caso o animal apresente algum dos sintomas citados acima, é necessário levar o animal a uma clínica veterinária. Por meio de exame de sangue, o profissional será apto para dizer se o gato está infectado.

Em caso de resultado positivo, começa então o tratamento paliativo, pois a AIDS felina não tem cura. As medicações focam em tratar os sintomas como imunidade baixa e outros efeitos, evitando novos problemas.

Prevenção

O melhor meio de prevenir a doença é evitar que seu gatinho tenha acesso a rua, e contato com outros gatos que possam estar infectados. Infelizmente ainda não temos bons resultados com a vacinação contra a FIV, a mesma não se encontra no Brasil, e nos demais países já não está mais sendo indicada.

Por fim, gatos infectados costumam sofrer muita discriminação. Por isso, é importante reforçar que eles não representam perigo aos humanos e devem ser tratados com o mesmo carinho e atenção que merecem.

Centro veterinário para gatos

Em caso de suspeita, entre em contato com profissionais da Alpha Conde. Contamos também com a especialidade de clínica de felinos, para um atendimento mais focado, agende um horário com a nossa recepção. O hospital possui profissionais altamente capacitados, e prontos para cuidar do seu gatinho.

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Você tem aquele amigo que sempre está gripado, com coriza ou algum problema de saúde? A baixa imunidade pode nos deixar dispostos a contrair doenças com mais facilidade, já que nosso organismo não tem anticorpos suficientes para combatê-las. O que você talvez não saiba é que os cães também podem passar por isso. A imunidade está ligada a diversos fatores — externos e internos, como aspectos ambientais ou mesmo, problemas de saúde já existentes. Continue a leitura e descubra cinco formas de como aumentar a imunidade do cachorro!

Confira como aumentar a imunidade do cachorro

A imunidade está ligada a resistência que o corpo tem de responder às agressões que sofre diariamente. Quando o sistema imunológico está equilibrado, os riscos de contrair doenças são reduzidos, pois o animal fica menos vulnerável.

Por isso, se você tem notado que seu cão está abatido, aparenta cansaço mais do que o normal e não tem se alimentado bem, fique atento, pois estes são alguns sinais de que seu pet pode estar sofrendo de queda de imunidade.

Antes de tudo, é importante ressaltar que todas as sugestões abaixo devem ser acompanhadas por um veterinário. Assim, seu cão receberá o tratamento correspondente as suas necessidades. Vamos nessa:

descubra como aumentar a imunidade do cão

    1. Suplementos alimentares

Alguns cachorros podem sofrer de falta de nutrientes importantes para fortalecer o sistema imunológico, então completar sua dieta com alguns suplementos não faz mal, já que servem como vitaminas para mantê-los mais fortes. Leve seu pet em uma consulta para ter uma avaliação e assim identificar qual tipo de nutriente ele precisa e as dosagens necessárias. Probióticos, óleo de peixe e cúrmuna — presente no açafrão, são algumas das recomendações.

       2. Alimentação

Se quiser quebrar um pouco a rotina alimentar do cão, vale a pena investir em alguns alimentos fora do cardápio de ração. Opte por carne magra, ovos, cenoura, iogurte, maçã (sem semente), melancia, pipoca sem sal ou manteiga, e alho — que apesar de não ter um gosto muito agradável, quando ingerido duas vezes por semana aumenta a imunidade do animal. Mas lembre-se, principalmente aos pets que têm outros problemas de saúde, é preciso consultar um veterinário e checar se esses alimentos podem entrar na dieta dele. Dê algumas porções por dia e veja a diferença.

       3. Prática de exercícios

Fazer atividades físicas é comprovadamente uma forma natural de como aumentar a imunidade do cachorro. Cuidar da saúde dessa maneira faz bem tanto para humanos quanto animais, pois podem manter a boa forma juntos, por isso, não deixe de fazer caminhadas ou leves corridas com seu cão. Isso fará o condicionamento físico dele aumentar, protegendo sua imunidade e aumentando a resistência no combate a problemas de saúde.

       4. Vermifugação e vacinação

Como anda a carteirinha de vacinação de seu pet? Apesar de ser um cuidado fundamental, alguns donos só se preocupam em vacinar e vermifugar os cães quando filhotes. Erro grave. Mantenha regularidade nas visitas ao veterinário e o check up de seu animal atualizado. Esses procedimentos garantem qualidade de vida e combatem alergias, infecções, problemas de pele e até doenças graves. Vacinação e vermifugação são fundamentais.

       5. Ambiente

Fatores externos também influenciam na imunidade do cão. Ambientes úmidos, sujos e com poeira aumentam as chances de contrair doenças. Outro ponto a ser considerado, é o local onde o animal vive ou permanece boa parte do tempo. Locais socialmente desequilibrados podem estressar os animais, além disso, viagens longas ou viver em locais úmidos e com pouca ventilação agridem a saúde diminuindo sua resistência. Por isso, é importante cuidar também da parte emocional do seu pet. Um ambiente com amor pode fazê-lo recuperar a energia e o deixar feliz e com condições essenciais para ter qualidade de vida.

Causas que contribuem para queda de imunidade

É importante destacar também, alguns fatores que podem ser determinantes para colaborar com a baixa da imunidade do cão, veja:

  • Verminoses;
  • Agressividade;
  • Problemas de saúde;
  • Stress;
  • Idade;
  • Alergias.

Consulte sempre um veterinário de confiança

Procure se manter atento a mudanças de comportamento de seu pet e mantenha a rotina de visitas regulares ao veterinário. Não esqueça de consultar um profissional antes de testar formas não naturais de como aumentar a imunidade do cachorro (como o uso de suplementos) e conte sempre com a Alpha Conde. Nossa clínica veterinária possui um laboratório diagnóstico e médicos veterinários especializados em diversas causas para ajudar seu amigo a ter bons anos saudáveis ao seu lado!

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A peritonite infecciosa felina (PIF) constitui uma doença mortal que afeta os gatos, provocada por um coronavírus felino. Embora seja uma doença contagiosa causada pelo coronavírus felino, alguns gatos infectados não desenvolvem o problema. Os felinos de até 2 anos e que possuem o sistema imunológico enfraquecido, têm mais chance de contrair a PIF. Neste artigo você vai entender melhor sobre o problema, sintomas e métodos preventivos!

Principais formas de transmissão da PIF

A PIF é uma das doenças mais temidas aos felinos e chega a ser fatal em muitos casos. Os mais vulneráveis são os que vivem em conjunto, como em ONGs e abrigos, e aqueles que por algum motivo não possuem um bom sistema imunológico.

A transmissão do coronavírus acontece de diversas formas, sendo a mais comum pelas fezes do animal infectado.

Existem dois tipos principais de coronavírus felino que afetam gatos adultos e filhotes:
coronavírus entérico e o coronavírus “mutante” que causa PIF.

O chamado coronavírus “entérico” é restrito principalmente aos intestinos. Ele se multiplica e pode causar diarreia – isso é particularmente provável de acontecer com os filhotes, especialmente quando eles vivem em comunidades com outros gatos.
O coronavírus que causa PIF é atualmente considerado uma forma mutante do coronavírus entérico. Os cientistas ainda não entendem como o coronavírus relativamente benigno é transformado em PIF fatal.

Como diagnosticar a PIF

Hoje, os veterinários têm acesso a técnicas específicas para detectar a presença de coronavírus. No entanto, essa análise não distingue entre o coronavírus nos intestinos e o coronavírus que causa PIF.

Isso significa que não existe um teste específico para PIF.

Um veterinário realiza esse teste para ajudar a estabelecer um diagnóstico para um gato doente.

O veterinário sempre interpretará esses testes com cautela, analisando uma variedade de outros fatores, incluindo o ambiente de vida do gato ou do filhote, quaisquer sinais clínicos e quaisquer outros testes que tenham sido realizados.

A PIF pode ser desenvolvida ainda de duas formas: PIF úmida ou PIF seca. Em alguns animais, a doença é apresentada das duas maneiras.

PIF seca ou não efusiva

Gatos afetados pela PIF podem sofrer com: Fluido no peito ou no abdômen – isso é chamado PIF “úmida”. Crescimentos nodulares (granulomas) nos órgãos internos – isso é chamado PIF “seca” ou não efusiva.

Alguns sintomas encontrados na PIF

Um gato ou filhote ou idoso com PIF mostrará uma variedade de sintomas, incluindo:

  • Febre;
  • Vômito;
  • Perda de apetite;
  • Diarreia;
  • Convulsões.

Seu gato anda apresentando alguns dos sinais que mostramos neste artigo? Nossos profissionais da Alpha Conde podem te ajudar. Agenda a consulta ou ligue para 11 4193-8231, nossa clínica em Alphaville, Santana de Parnaíba possui diversos especialistas em gatos e cães.

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Popularmente conhecida como micose felina, a dermatofitose em gatos é uma zoonose — doença que pode ser transmitida dos animais para seres humanos e uma infecção que afeta a pele, pelo e unhas do animal. A boa notícia é que embora contagiosa, com o tratamento certo é possível curar o gato e evitar que transmita ao seu dono e outros animais. Entenda melhor agora!

Dermatofitose em gatos e suas características

Silenciosa e infelizmente muito comum entre os felinos, a micose é um problema que atinge gatos de todas as idades, sobretudo os mais novos. Contudo, gatos com níveis altos de estresse, com históricos de doenças ou que tenham desnutrição também estão mais predispostos a sofrerem da dermatofitose.

Causada por fungos dermatófitos, é considerada silenciosa porque os gatos possuem muitos pelos, o que torna mais difícil perceber quando ela inicia e impede que o “banho de gato” seja feito de forma completa.

A principal característica dessa doença é o excesso de queda de pelo por áreas, chamadas de alopécia. Além disso, a micose também causa mucosas que levam o gato a se coçar e provoca descamação da pele.

Apesar de pouco perceptível em seu estado inicial, a micose é considerada grave e enfraquece o sistema imunológico, beneficiando o aparecimento de parasitas. Como eles também se alimentam de queratina, as unhas e pelos ficam quebradiços, perdendo brilho, resistência e força.

Principais sintomas da micose felina

Quando os primeiros sinais da dermatofitose em gatos surgem, eles começam a se coçar, passam a lamber com frequência os locais mais atingidos pela doença, o que pode facilitar a proliferação dos fungos. Os maiores indícios que o felino apresenta ao ser acometido por esse problema, são:

  • Infecções e inflamação em volta das unhas;
  • Descamação em volta dos locais com perda de pelo;
  • Anéis vermelhos em volta do focinho e orelha atingidos pelos fungos;
  • Unhas lascadas, fracas e quebradiças, assim como o pelo.

Formas de contágio e como evitar a contaminação

dermatofitose em gatos

É importante que ao ser diagnosticada a doença, o contato com o gato infectado seja feito com cautela. É recomendável que evite fazer carinho ou mexer no gato enquanto doente, e quando o contato for inevitável use luvas descartáveis, caso contrário a chance de contágio é grande.

Evite deixá-lo próximo a animais não infectados, o isolando em quarentena até o fim do tratamento e mantenha a casa limpa e desinfetada utilizando água sanitária, cloro e produtos especiais.

Animais de abrigos ou casas com mais de um animal estão mais sujeitos a contrair a doença, por isso, na chegada de um pet novo no local, é indicado isolá-lo em quarentena também, a fim de o deixar em observação e prevenir os animais sadios.

Ambientes úmidos também favorecem a contaminação, bem como a secagem errada após o banho. Por isso, é recomendado sempre levar o bichano a um pet shop para garantir uma higienização correta e mantê-la em ambientes com clima agradável e bem limpinho.

Como tratar a dermatofitose

Existem tratamentos diferentes para essa doença, que embora haja casos de cura espontânea, o melhor é sempre agir o quanto antes a fim de evitar contágios e piorar o grau de saúde do animal.

No geral, as formas de curá-lo consistem no ato de eliminar os parasitas por meios de remédios, tratamentos, limpeza do local e o seu isolamento.

O tratamento tópico, por exemplo, faz uso de shampoos especiais, junto a medicamentos e o corte do pelo de forma cirúrgica. Enquanto que no tratamento sistémico, o gato toma dosagens de remédios durante o período determinado pelo veterinário.

Previna seu amigo

Por fim, não há uma forma exata que evite a contaminação, como uma vacina, apenas hábitos que diminuem as chances de infecção. No menor sinal de problema, leve seu felino a uma clínica de confiança, como a Alpha Conde, que conta com médicos veterinários especialistas em dermatologia bem como diversas especialidades para atendê-lo com excelência!

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Donos de pets estão acostumados a vê-los se lambendo. Seja gato ou cachorro, essa é uma forma natural destes animais se higienizarem. No entanto, se essa mania não parar, ela pode ser um sinal de alerta. Fique informado do porquê os cachorros lambem as patas e livre seu cão de desconfortos, lendo nosso artigo!

Hábito Canino — Por que os cães lambem as patas?

É normal achar fofinho quando um cachorro lambe suas patas e, apesar de não se limparem como os gatos, uma lambida ou outra não representa mal algum. O problema é quando a frequência aumenta, pois em excesso as lambidas podem sinalizar uma série de problemas.

Veja os principais motivos que causam lambidas compulsivas:

1. Passeios no calor

Apesar desse ato ser muito recomendado entre os veterinários, é importante ter atenção ao passear no calor. As patas dos cachorros possuem “almofadas digitais” também chamadas de coxins, que ao entrar em contato com o calor excessivo podem machucar. Dessa forma, vão querer lambê-las, para tentar amenizar o desconforto. Por isso, prefira passeios em horários quando a temperatura estiver mais agradável e molhe frequentemente suas patas com água fresca, afinal, pets não usam calçados como nós.

2. Razões emocionais

Assim como algumas pessoas roem as unhas quando estão ansiosas ou nervosas, com os cães não é diferente. Eles também ficam estressados e com tédio, o que pode fazer desenvolverem manias para liberar o stress. Dar um pouco mais de carinho e atenção pode facilmente resolver o problema se esta for a causa, mas se o hábito continuar mesmo depois da mudança dos donos, visite um veterinário!

3. Problemas de pele

Um dos problemas mais comuns nos cães são as doenças dermatológicas e alérgicas, o que ocasiona coceiras, mordidas e lambidas pelo corpo, inclusive nas patas. Se você já sabe que o diagnóstico do seu pet é um dos citados acima, é bem provável que as lambidas sejam por isso. Leve ele em uma consulta e faça o tratamento completo, assim o problema deve ser resolvido. Também fique atento ao tipo de shampoo, alimentos e produtos usados em seu cão , caso ele possua alergia a algo, as patas serão um dos primeiros contatos, causando irritação.

4. Parasitas

Outro fator comum do porquê os cachorros lambem as patas são os temidos parasitas. Carrapatos, fungos e pulgas são extremamente incômodos, podendo chegar a transmitir doenças e coceiras desconfortáveis, que chegam a ferir a pele do animal. Dermatite psicogênica e dermatite alérgica são as doenças de pele que mais ocasionam lambidas frequentes, deixando elas úmidas — o que diminui a imunidade e aumentam as chances de causar outras infecções.

5. Resíduos nas patas

Sobretudo após passeios nas ruas ou parques, as patas podem entrar em contato com pedras, sementes, farpas de árvores e outros resquícios de materiais. Então depois de passear com seu pet, cheque se há algo e se houver, retire com cuidado. Você pode optar por aplicar um antisséptico não agressivo — iodo diluído em soro fisiológico, por exemplo, e ver se não chegou a feri-lo, ou vá imediatamente até um médico veterinário, a fim de evitar infecções mais graves.

Outras causas e como resolver

Banhos frequentes, brincadeiras, um pouco mais de atenção e ambientes limpos podem amenizar as lambidas, mas para garantir, procure um profissional. Apesar de existirem tratamentos caseiros para resolver este hábito, seja qual for o caso, é imprescindível visitar um veterinário. Somente com um diagnóstico preciso é possível saber como resolver o problema do seu bichinho.

porque os cachorros lambem as patas

Problema resolvido mas a mania continua, e agora?

O ato de lamber as patas pode se tornar um vício, então mesmo após o tratamento seu cão pode continuar vez ou outra a se lamber. Mas acalme-se, se ele fizer isso de forma moderada não há motivo para se preocupar.

Se a prática persistir, talvez seja a hora de contratar um adestrador para parar com essa mania, evitando que outros problemas surjam.

Dicas para evitar que a coceira retorne

Evitar problemas futuros é simples com alguns cuidados diários, veja:

  • Mantenha o local limpo e higienizado, evitando também gripe e infecções;
  • Fique atento aos alimentos restritos aos cachorros;
  • Nunca passe produtos que causem alergia em cães;
  • Coloque meias especiais de pets quando levá-lo para passear.

Conte com uma clínica veterinária de confiança

São comuns os relatos de donos que já levaram seus cães em uma série de clínicas, compraram dezenas de remédios e mesmo assim não solucionaram o problema de seus bichos.

Por isso, conte com a Alpha Conde que possui uma equipe especializada e responsável no assunto que te ajudará a proteger seu cão com o amor e profissionalismo que vocês merecem!

Agende a consulta de seu pet pelo (11) 4193-8231

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Enquanto é normal ver cães ofegantes depois de correrem ou mesmo no calor, isto não é um comportamento comum nos gatos. Os felinos possuem várias formas diferentes de respirar. Então, é preciso ficar atento caso veja o gato com respiração acelerada. Os problemas respiratórios são infelizmente, comuns em gatos, mas, com cuidados especiais de donos vigilantes, é possível dar um jeito na situação. Entenda o que fazer agora!

Gato com respiração acelerada, ele está doente? 

Antes de saber se seu bichano está realmente doente, é preciso avaliar alguns fatores. Ele está com a vacinação em dia? A vacinação pode evitar algumas doenças em gatos. 

 Caso você tenha notado uma secreção nasal no animal, isso já pode prejudicar  sua respiração e fazê-lo respirar com dificuldade. Gatos também pegam resfriados, o que pode afetar seu sistema imunológico, mas geralmente passam em alguns dias. 

É imprescindível ir a um veterinário para ter certeza do que há de errado. Mas se você está com dúvida sobre o comportamento dele e quer saber mais sobre como cuidar de seu gato, fique atento a alguns sinais: 

Tosse 

Caso seu gato esteja tossindo muito ou engasgando com facilidade, é possível que ele esteja com algum objeto obstruindo sua respiração, com bola de pelo, ou mesmo alguma doença respiratória. 

Respiração com a boca aberta

Realmente representa um sinal de que, ou o animal está muito estressado ou com grande dificuldade respiratória. Este é outro sinal de que algo está realmente errado. Leve o mais rápido possível ao seu veterinário.

Respiração anormal ou com chiado 

Pode ser um sinal de insuficiência respiratória ou asma.

Obesidade

A obesidade pode agravar o estado de respiração do gato mas não é um fator determinante para causar problemas respiratórios, embora piore o problema. 

Asma 

A asma afeta gatos de todas as idades, e pode agravar com mudanças no clima, cheiros de substâncias, sujeira, poluição e pólen. Neste caso, existem remédios que ajudam a controlar o problema. Busque ajuda veterinária.

Bolas de pelos 

O “banho de gato” é um processo normal entre os felinos. O problema acontece quando os pelos são ingeridos porém, não são digeridos, acumulando no sistema digestivo do animal. Assim, formam-se bolas de pelos ou tricobezoares, que quando acumulados, causam grande incômodo. 

Stress 

Quando o gato sente que está numa situação de perigo ele manifesta sinais específicos, similares aos sintomas de ansiedade e stress. Como ficar agressivo, com diarréia, vômitos, hiperativo e entre muitos comportamentos, um dos sinais orgânicos é a respiração ofegante. 

Todos estes sintomas podem ou não, dizer se seu gato está doente. Às vezes é apenas um comportamento diferente, que passará em alguns dias. Ou alertas de que alguma coisa está errada com sua saúde. Para um diagnóstico correto leve-o em um hospital veterinário para uma avaliação.

Para atendimento completo e seguro conte com o Alpha Conde 

Sabemos o quanto você se preocupa com a vida de seu pet. Por isso, o Alpha Conde está à sua disposição para atendimento de Clínico Geral 24 horas ou com nossa especialista em felinos. Damos  suporte completo e internação imediata em caso de emergência. 

Venha conhecer nosso espaço e se encante com todas as instalações. Aqui, você e seu bichinho são tratados com responsabilidade e carinho!

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A vida das celebridades é muito exposta nas mídias, e hoje em dia, a imagem de seus pets também. Eles ganham contas próprias nas redes sociais, quarto, “nome de gente” e todos os mimos que qualquer animalzinho gostaria de receber. Conheça agora alguns nomes de cachorros famosos das redes, e além de se inspirar, você pode até segui-los em suas mídias, que tal? Confira agora! 

Inspire-se — Os nomes de cachorros famosos do momento

Uma das primeiras coisas a se pensar antes de adotar um cachorro, é sobre qual será seu nome, não é? Às vezes, rolam até discussão porque cada membro da família quer um diferente. 

Para te ajudar nessa missão, preparamos uma lista com os nomes de cachorros famosos que circulam nas mídias para você se inspirar. Então, antes de batizar o novo integrante da família, veja nosso artigo:

Plínio – Cachorro da Anitta

O cachorro da raça galgo inglês, é um dos cinco pets que a cantora tem. Ela já contou que ele é um dos cães que mais gostam de acompanhá-la nas viagens e shows. Plínio já recebeu ameaças de morte e ofensas por internautas do Twitter, e a artista se pronunciou repudiando o ato. Porém, recentemente, o cãozinho recebeu um troféu do MTV Miaw na categoria Pet do Ano. Legal, não é?

nomes de cachorros famosos plínio
Reprodução: @pliniodaanitta

Estopinha – Alexandre Rossi, o Dr. Pet

Muitos conheceram a cachorrinha e seu dono pelo programa da Eliana no SBT, com o quadro “Desafio Pet”, onde ele ajudava donos a adestrarem seus cães, sempre na companhia de Estopinha. A cadela é uma vira-lata super bem educada, atriz, blogueira e já tem até livro com seu nome, produzido pelo dono Alexandre. Uma graça!

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Reprodução: @estopinharossi

Tyger – Michel Brito 

Michel é um jovem publicitário de Jundiaí (SP), que viralizou nas redes nos últimos meses quando passou a dublar memes com seu cachorro Tyger. O cão foi resgatado da rua enquanto ainda era filhote e atualmente tem 8 anos. A graça dos vídeos é que, ambos encenam nas dublagens e Tyger sempre mostra os dentes, numa espécie de sorriso. Recentemente, devido ao sucesso da dupla, foram convidados a participarem do Programa da Eliana no quadro Famosos da Internet. 

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Reprodução: @michelbrit0

Vilma Tereza e Olga Catarina – Kefera

A atriz, youtuber, apresentadora e dubladora Kéfera Buchmann registra momentos com suas duas pugs, frequentemente. A primeira, Vilma, chegou em 2014 e Olga em 2016. No mesmo ano, a família aumentou com a chegada de Potyra — outra pug, que faleceu meses depois após contrair a doença Tosse dos Canis. A cadela mais velha, até participou do primeiro filme da atriz, É Fada, no qual fez parte do cartaz do filme. 

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Reprodução: @kefera

Estopinha Capixaba  

Considerado o pinscher mais seguido do mundo — e mais estressado também, sua fama começou pelo perfil do Facebook do professor de geografia de Ozeias Guimarães. Estopinha Capixaba mora em Cariacica, Espírito Santo com seu irmão Catatau. Nos vídeos o “papai” como se refere, brinca com Estopinha enquanto ele rosna e até morde o dono. A raça Pinscher é considerada composta de “50% raiva e 50% tremedeira”, e isso traz a graça aos internautas. Eles possuem até conta verificada no instagram!

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Reprodução: @estopinha.capixaba

Chico

Patrícia Barros de São Paulo, foi surpreendida após voltar do cinema quando o vira-lata de oito meses estava em cima de sua cama totalmente destruída por ele. No vídeo gravado pela dona, ela entra em desespero ao ver a bagunça criada por Chico. Em poucos dias rodando pela web, o vídeo os deixou famosos. O Fantástico visitou a família e no mesmo período a dona ganhou uma cama nova, enquanto Chico virou “garoto propaganda”. Final feliz!

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Reprodução: @chico_and_luke

Pensou em um nome legal? Próximo passo! 

Agora que você já está inteirado sobre o mundo dos cachorrinhos mais famosos da internet e descobriu um pouco de suas histórias, esperamos que tenha te ajudado a pensar em um nome criativo. Brinque com sua imaginação e dê ao seu pet um nome carinhoso e divertido. 

Para cuidar da saúde de seu novo amigo, conte com o Alpha Conde. Um hospital veterinário completo, classificado como o melhor da região de Alphaville, que possui especialidades como: cardiologia e dermatologia. Entre em contato conosco e agende a primeira consulta de seu cão. Oferecemos o melhor atendimento para dar ao seu bichinho o amor que ele merece!

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É muito comum ouvirmos relatos de donos de gatos sobre como o uso da caixa de areia aconteceu naturalmente. Porém, se seu gatinho não segue essa linha, você certamente lida com diversos problemas relacionados ao odor e à sujeira provocada pela urina e pelas fezes.

Se a caixinha de areia é completamente ignorada ou usada esporadicamente, temos as dicas certas para você cuidar do seu gato.

Por que meu gato ignora a caixa de areia?

A maioria dos gatos realmente aprende de forma instintiva. O material absorvente da areia higiênica os atrai, uma vez que sentem a necessidade de mascarar o odor da urina e das fezes para afastar predadores ou outros gatos. No entanto, alguns felinos não desenvolvem esse comportamento e precisam de um empurrãozinho e muita paciência.

O primeiro passo é a escolha da caixinha adequada. O animal deve entrar confortavelmente dentro dela e ter facilidade para subir, portanto cuidado com bordas muito altas para filhotes, idosos ou animais com limitações motoras.

Você pode optar pelas bandejas higiênicas convencionais, por uma caixa de areia fechada, ou ainda por uma caixa de areia autolimpante, mas o fácil acesso é primordial. Compre sempre uma unidade a mais que o número de gatos da casa, para evitar que ela fique muito suja e seja evitada pelo bichinho. Ou seja, se tem um gato, use duas caixas, dois gatos, três caixas, e assim por diante.

Areia higiênica

A areia higiênica é fundamental para que o gatinho faça a utilização da caixa. Existem diversos tipos desses produtos e quem tem gato sabe que eles são seletivos. A principal dica é testar os modelos disponíveis e avaliar com qual seu gatinho se adapta melhor. Comece com as opções mais convenientes para você, que podem ser as de preço mais baixo ou então as biodegradáveis com versões que podem até ser descartadas no vaso sanitário.

Local ideal

A escolha do local em que a caixinha deve ser colocada também é importante. Se já existe um cantinho em que o gato faz as necessidades, a posicione lá. A segunda unidade pode ser colocada em um cômodo em que o gato fica muitas horas. Para melhorar a higiene, utilize um tapete para caixa de areia. O produto deve ser posicionado na saída da caixa, para estimular a limpeza das patas antes do animal passear pela casa. O tapete também mantém os grãos de areia que eventualmente caiam para fora.

Mais do que o lugar para deixar a caixinha, o importante é onde não a deixar. Evite posicioná-la próxima à comida do gatinho e tenha certeza não existe nada bloqueando a entrada e que o animal a consegue transpor com facilidade. Qualquer fator negativo pode influenciar na não utilização.

Estímulo e recompensa

Assim como é feito com cães, o estímulo positivo feito com recompensa é uma estratégia eficaz para ensinar o gatinho. Quando o animal fizer o uso da caixa de areia, o recompense com petiscos e carinho. Por outro lado, ao fazer as necessidades no lugar errado, isole o espaço para realizar a limpeza sem que o animal veja, eliminando as chances que ele entenda isso como atenção. Aproveite para colocar as fezes e a urina do gatinho dentro da caixinha e use outro artifício muito utilizado no adestramento: a associação.

“Ele faz fora para me provocar”

Muitos donos acreditam que os gatos fazem as necessidades fora da caixa de areia para os provocar ou porque são independentes, mas existem outros problemas nesse comportamento. Listamos os principais para você avaliar e corrigir:

  • Existe algo bloqueando ou dificultando a entrada do gato na caixinha? Procure desencostá-la da parede ou virar um pouco;
  • Será que a caixa não é pequena? Compre uma maior;
  • Gatos detestam sujeira. Limpe a caixa com mais frequência e verifique os resultados;
  • Procure mudar a areia higiênica e prefira versões sem odores e altamente absorventes;
  • Procure disponibilizar uma caixa extra para seu gatinho;
  • Se nenhuma das melhorias funcionar, procure um médico veterinário. Algumas doenças podem atrapalhar atividades do animal e mudar comportamentos.

Outros cuidados

Agora que você já sabe que uso da caixa de areia vai muito além da manutenção da higiene na sua casa, fique por dentro de outros cuidados que você deve ter. Gatos precisam de alimentação especial, cuidados com as unhas e até banhos. Além disso, não se esqueça das visitas periódicas ao médico veterinário para atualizar a carteira de vacinação, indicar medicamentos para parasitas e fazer um check-up para manter seu gatinho sempre saudável!

Para atendimento completo e seguro conte com o Alpha Conde

Sabemos o quanto você se preocupa com a vida de seu pet. Por isso, o Alpha Conde está à sua disposição para atendimento de Clínico Geral 24 horas ou com nossa especialista em felinos. Damos suporte completo e internação imediata em caso de emergência.

Venha conhecer nosso espaço e se encante com todas as instalações. Aqui, você e seu bichinho são tratados com responsabilidade e carinho!

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Dicas

O ultrassom em cães é um dos exames de imagem mais comuns nos centros veterinários, sendo usado para visualização precisa dos órgãos internos do cachorros e, consequentemente, para auxiliar no diagnóstico do seu querido bichinho. Além disso, aparelho de ultrassonografia também é bastante usado no acompanhamento da gestação de gatinhas e cadelas.

Apesar de indolor e pouco invasivo, o ultrassom pode ser um pouco estressante para o animal e para os donos. Por isso, fizemos um guia completo para você tirar todas as suas dúvidas e levar seu cãozinho com tranquilidade para a realização do exame.

Ultrassom em cães dói?

Assim como o ultrassom realizado em humanos, o exame feito nos cães é indolor. Pode acontecer um desconforto, caso o animal já esteja com dor, mas os veterinários do Centro Veterinário Alpha Conde são treinados para reduzir o desconforto e acalmar o animal

Como acalmar cachorro na hora do ultrassom?

O estresse é um dos principais complicadores do exame de ultrassom em cães, principalmente porque o animal precisa ficar com o abdômen para cima na maior parte do tempo, uma posição pouco apreciada por alguns peludinhos. Afinal, qual é a melhor forma de acalmar o seu cachorro na hora do ultrassom?

A presença do dono colabora para passar segurança e tranquilizar o animal. O exame dura poucos minutos, mas é importante que o cachorro esteja imóvel. Separamos algumas dicas que colaboram nessa parte do exame:

  • Se o veterinário liberar, passeie ou brinque com o animal antes do exame. Um cãozinho fisicamente cansado fica menos estressado e agitado;
  • Evite alimentos que dão gases no animal;
  • Permaneça com seu animal durante a realização do exame;
  • Fique calmo! Os animais são capazes de sentir nosso estresse.

Como fazer encaminhamento para ultrassom de cachorra?

O encaminhamento para o exame de ultrassom deve ser feito por um médico veterinário. Ele pode ser solicitado em casos de cadelas prenhas, dores abdominais, suspeita de infecção urinária, ingestão de objetos, vômitos ou diarreia, distensão abdominal, entre outros sintomas.

Caso seu animal apresente qualquer mudança comportamental ou física, entre em contato imediatamente.

Existe risco de radiação?

Não existe o uso de radiação. Assim como o exame feito em humanos, a ultrassonografia em animais visualiza o interior do corpo através da emissão de ondas sonoras de alta frequência inaudíveis ao ouvido humano. Essas ondas fazem os tecidos vibrarem e o aparelho traduz esse movimento em imagens em uma tela. O exame é capaz de medir o tamanho de estruturas internas e órgãos, avaliar contornos e ter precisão das condições de tecidos.

Qual é a preparação?

A preparação em casa deve ser orientada pelo veterinário de acordo com a motivação do exame. Em alguns casos, o cachorro precisa estar em jejum para fazer o ultrassom.

No consultório, é realizada a tricotomia, nome dado à remoção dos pelos na região em que o exame será realizado. Também é necessária a aplicação de um gel à base de água, semelhante ao usado em humanos.

Vantagens do ultrassom

O ultrassom em cães possui diversas vantagens que listamos abaixo para você levar seu bichinho ao veterinário sem medo!

  • Não precisa de sedação;
  • É seguro;
  • É indolor;
  • Apresenta um diagnóstico precoce de gestação (20-22 dias);
  • É usado para avaliar diversos órgãos, como pâncreas, rins, ovários, entre outros;
  • O laudo é rápido;
  • Não precisa de preparação complexa;
  • Auxilia no diagnóstico de diversas doenças.

Gestação canina

Em caso de gestação canina, é sempre bom mencionar que ela dura cerca de dois meses, são nove semanas, ou seja, 63 dias, em média. Podendo variar entre 58 a 68 dias. É importante acompanhar a gravidez de perto, confira nosso artigo sobre o assunto.

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Dicas

Quem tem gato em casa já deve estar habituado a vê-lo se lambendo constantemente. A prática é normal para o animal, porque funciona como um tipo de banho.

Durante este processo, dependendo do tipo de pelagem do animal, eles podem acumular as famosas “bolas” de pelos. Nesse processo, a graminha para gatos pode ser importante para ajudar seu gatinho.

Benefícios da graminha

Confira:

  1. Ajuda na digestão;
  2. Ótima contra bolas de pelo instaladas do estômago, atuando como laxante;
  3. Deixa o tédio de lado;
  4. Fonte de fibras, minerais e vitaminas A e D;
  5. Regula o trato intestinal.

Dicas de como fazer grama de milho

Há muitas opções no mercado no ramo de grama para gatos, mas, se você é do time que prefere fazer do que comprar, pode optar por usar milho. É só comprar milho comum, colocar terra em um vaso de planta — tamanho de sua preferência. Dica: quanto maior, mais grama — enterre alguns milhos na terra e de dois em dois dias regue a terra até que ela fique úmida.

Em cerca de uma semana a graminha para gatos começará a brotar durante esse processo. Deixe o vaso em um local onde o gato não pegue, até que a grama cresça por completo. O procedimento pode levar até 15 dias, depois disso é só deixar em um local com claridade e fácil acesso para o gato consumir.

Há outros tipos de grama, embora o milho seja o mais acessível para a maioria das pessoas. Se você é de São Paulo e curte preço baixo pode visitar o Ceasa (atacadista de alimentos e plantas) localizado na Vila Leopoldina. Lá é possível comprar mudinhas de erva doce ou catnip — os preferidos dos gatinhos — camomila, tomilho ou a grama de alpiste para gatos, entre outros.

Os felinos agradecem!

Não deixe de oferecer um ambiente agradável aos gatos, como a grama envolve terra procure sempre manter o local em volta limpo para que seu pet sinta prazer em viver por lá.

Os gatinhos não só gostam de comer como deitar e dormir em cima da graminha, por essa razão, certifique-se de não comprar plantas proibidas para eles como: hera, babosa e comigo-ninguém-pode e evitar de ter flores em casa como: bico de papagaio, copo de leite e lírio.

Se atente em trocar a grama quando a sua vida útil acabar, ou se notar fungos. Já que lugar de gato é dentro do ambiente doméstico, una o útil ao agradável, deixe seu gato feliz e saudável e aproveite o ambiente verde!

Gostou desse assunto? Fique ligado no blog da Alpha Conde e descubra mais informações e curiosidades sobre o mundo animal!

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Dicas

Por ter clicado aqui você provavelmente já está decidido em aumentar a família e ter um pug em casa, né? A raça ficou popular nos últimos anos quando influenciadores começaram a expor seus pets na web. Mas é importante ressaltar pontos específicos sobre eles. Vamos descobrir?

Principais cuidados com o pet

Antes de receber o seu pet em casa, veja como é importante preparar o território para ele. Descubra abaixo:

     1. Atenção com os olhos

Os olhos mais saltados são uma das características mais marcantes dos pugs, alguns preferem tê-los justamente por essa individualidade. Mas, isso requer prudência por parte dos donos — coleira muito apertada não é recomendado. O animal também está mais predisposto a ter úlcera de córnea e exoftalmia, portanto, o cuidado é redobrado.

      2. Focinho

Por conta do focinho mais achatado, os pugs enfrentam problemas de respiração, o que ocasiona roncos que podem incomodar algumas pessoas. Logo, antes de ter um certifique-se que isso não é um problema para você. Além disso, os exercícios precisam ser feitos de forma moderada, para não prejudicar sua respiração.

      3. Dobrinhas

O pug é conhecido por ser todo fofinho. Sobretudo, no rosto entre as dobrinhas é importante limpá-lo com soro fisiológico e secar bem. Isso impede infecções e acúmulo de sujeira, que futuramente poderá ocasionar a aparição de dermatites (irritações e alergias de pele).

     4. Peso

A raça tem tendência a ganhar peso facilmente, então é importante que a caminhada seja uma constante na rotina do animal, sempre no início da manhã e ao anoitecer, onde as temperaturas estão mais amenas. Prefira rações mais saudáveis, e caso você não tenha muito tempo para passear com seu doguinho, pode contratar um profissional que o faça. Hoje já existem muitos serviços confiáveis nesse ramo.

Origem dos peludos

Originado da China, o pug logo foi levado a Europa e ganhou popularidade com as damas da sociedade. Chegado na Inglaterra, foi adotado como pet da nobreza e modelo de obras de artes.

Devido a intervenção humana, a raça foi cruzada com outros tipos de cães, e isto gerou características especiais nos pugs, como o focinho achatado e olhos esbugalhados. A sua modificação genética aconteceu entre a raça de mini bulldog.

Com tempo de vida entre 12 a 15 anos em média, eles são dóceis, tranquilos e latem pouco. Se adaptam fácil a ambientes com presença de crianças, idosos ou outros cães — até preferem não ficar sozinhos.

Mas, se seus donos são pessoas enérgicas precisam entender que o pug talvez não acompanhe o ritmo acelerado visto que costumam ser pouco hiperativos.

Conheça os pugs mais blogueiros da internet

A fama da raça pug alavancou no Brasil nos últimos anos, quando influentes como Kéfera começou a registrar sua paixão pelos pets, mas já haviam outros bem famosos na internet e nós listamos alguns para você morrer de amores:

Doug The Pug – @itsdougthepug
Homerpugalicius – @homerpugalicious
Honey Honju – @honeyhonju
Jolie – @pug_jolie
Amigo Pug – @amigopug

A equipe Alpha Conde possui profissionais especializados e aptos para atender suas dúvidas e emergências. Esperamos que seu cãozinho esteja sempre saudável, mas caso precise de ajuda nossos médicos veterinários estão a sua disposição!

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Dicas

A criação de cães é bem relativa, há casos em que o cachorro não sai do apartamento, outros amam passear e andar de carro. Há ainda aqueles que são criados em chácaras com outros cães e ficam o dia todo soltos pela natureza. E não há críticas a qualquer um desses tipos de criação. Mas, é importante ter atenção especial ao criar fêmeas. Então, se por acaso você suspeita que sua cadela esteja prenha, ou deseja colocá-la para cruzar, te explicamos agora o que você precisa saber sobre a gestação canina!

Principais dúvidas sobre a gestação canina 

É comum surgirem perguntas sobre a gestação de uma cadela, uma vez que, a maioria não entende sobre o assunto. Sobretudo aos donos que deixam-as soltas em locais com outros cães, é necessário tomar cuidados especiais para evitar uma gravidez indesejada. 

Se você deu uma descuidada e agora está com dúvida se sua cachorrinha está grávida, respondemos as questões mais frequentes sobre a gestação canina. Confira! 

Quais são os sinais de uma gravidez?

Há algumas formas de saber se sua cadela está grávida. Primeiro, repare em seu comportamento, a maioria se torna mais ciumenta com seus objetos, como instinto de cuidado aos filhotes. Ela pode comer mais do que o normal ou reduzir a alimentação. Seus mamilos aumentam, ficam mais escuros e sensíveis. A barriga, obviamente, cresce e ela pode apresentar cansaço físico. 

Quando minha cadela pode começar a cruzar?

Um cão de porte pequeno, de até 10 quilos, se torna adulto com dez meses. Já aqueles entre 11 e 25 quilos, de médio porte, deixam de ser filhotes após um ano. Os grandões, de 26 a 44 quilos, atingem a idade adulta aos 15 meses. Seja macho ou fêmea, um cão não deve cruzar enquanto filhote ou muito jovem. As fêmeas devem iniciar a vida reprodutiva após o segundo cio.

Será que é gravidez psicológica? 

A gravidez psicológica não acontece só com mulheres. Também chamada de pseudociese, este é um processo natural que a espécie enfrenta. Em alguns casos, as fêmeas podem produzir leite e apresentar inchaço nas mamas. Ficam possessivas com objetos específicos e, às vezes, mais agressivas — por acreditarem que estão protegendo seus filhotes. Neste período a cadela pode sofrer depressão e comer menos também. Mas acalme-se, a fase costuma passar depois de duas semanas. Caso persista, busque ajuda veterinária. 

Não sei quando ela cruzou, o que faço? 

Caso você suspeite de uma gravidez canina mas, não lembra de tê-la visto cruzar, é importante levar a cadela a um veterinário. Assim, com procedimentos adequados (exames de imagem), descobrem se ela está grávida. Em caso positivo, o profissional pode dar a média do tempo de gestação. Após 25 dias do cruzamento, já é possível confirmar a gravidez.  

Não queria que ela engravidasse, posso fazer um aborto? 

Não dê pílula do dia seguinte ou anticoncepcional a fim de causar um aborto ou impedir uma gravidez. Caso a cadela já esteja grávida, esses medicamentos podem causar problemas na mãe e nos filhotes, arriscando suas vidas. Além disso, seu uso pode originar tumores de mama e infecções no útero.Você estará tentando se livrar de um “problema”, e causar outro. Mas com ajuda do profissional correto – especialista em reprodução, dependendo do tempo de gestação, é possível realizar um aborto seguro.

Minha cadela é castrada, mas está com sintomas de gravidez, é normal? 

Não. Algumas cadelas podem apresentar resquícios de ovários. Pedaço do ovário podem ser deixados dentro da fêmea, de forma acidental ou por falha cirúrgica, que pode causar alterações hormonais e a gravidez psicológica. Por isso, procure o auxílio de um veterinário para realizar exames e ter certeza que não passa de um susto. 

Teste positivo — Filhotes a caminho, o que fazer? 

A duração da gestação canina tem cerca de dois meses, são nove semanas, ou seja, 63 dias, em média. Podendo variar entre 58 a 68 dias. É importante acompanhar a gravidez de perto, para garantir a saúde de todos.

Por isso, cuide do pré-natal, para ter um monitoramento da situação geral e alimente bem a mamãe — afinal, ela deve comer por ela e seus filhotes.

Deixe a cadela confortável, ela terá menos disposição que o normal, e busque fazer passeios curtos. Dê banhos com cuidado e procure sempre acalmar a fêmea. 

Por fim, curta este momento, leve-a em um veterinário de confiança, como o Alpha Conde e aproveite essa fase especial. Entre em contato conosco para receber um atendimento completo em todas as etapas da gravidez e garanta a nova mamãe, uma gestação canina saudável.

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Dicas

A adoção de cachorro é muito mais do que uma questão de amor, mas também de muita responsabilidade. O ato de adotar um cachorro é especial, e deve ser realizado com muito planejamento. Portanto, se você quer muito adotar um animalzinho, saiba algumas dicas para a segurança, conforto e sucesso nessa adoção.

Adoção de cachorro: primeiros passos

Todos os dias, muitos animais são abandonados e resgatados por alguma ONG de animais que cuida desses bichinhos até sua adoção. Portanto, ao adotar um cachorro, tenha em mente que eles exigem muita atenção, cuidado e dedicação.

Dica n° 1 – Prepare o território

Antes de mais nada, verifique se você consegue proporcionar conforto para o pet. Em casas ou apartamentos é possível adotar um animalzinho. No entanto, analise o local, onde será colocado os itens de comida e necessidades. Também veja que será necessário sair com o pet para proporcionar lazer nos casos dos cães.

Além disso, verifique as primeiras compras, como caminha, comedouro e muito mais. Deixe tudo pronto antes de receber seu amiguinho para deixá-lo mais feliz e confortável.

Dica n° 2 – Tempo para seu pet

Pergunte-se: você terá tempo para o seu pet? Assim como os bebês, os animais também precisam de atenção e dedicação. Se seu cachorro ou gato for ficar muitas horas sozinhos, planeje-se melhor para a adoção. Caso for permanecer muito tempo ausente, veja se seria possível adotar dois animais, pode ser uma solução para não deixá-los ociosos durante o dia em que você não estiver presente.

Dica n° 3 – Procure por uma ONG de animais

Com tudo planejado, procure uma ONG de animais e verifique quais as condições para a adoção de cachorro ou gato. A maioria exige que a pessoa tenha mais de 21 anos, apresente documentos e assine um termo de responsabilidade, se comprometendo com os cuidados daquele animal. Além disso, faça algumas visitas para conhecer o espaço e os bichinhos.

Dica extra: algumas ONGs também realizam feiras de adoção. Atente-se para esses eventos e visite!

Dica n° 4 – Os primeiros dias depois da adoção

Os primeiros dias depois da adoção são primordiais, tanto para o dono quanto para o animal. Deixe tudo preparado para recebê-lo em casa e planeje-se para estar presente por mais tempo neste início. O bichinho precisará se acostumar com o novo espaço e seus moradores.

Além disso, entre os primeiros passos está a visita a um veterinário. É preciso saber se o animal tomou todas as vacinas e está completamente saudável. Verifique também o espaço de adoção se o animal está castrado.

Por fim, amor e dedicação são os principais cuidados que esses bichinhos precisam. Com responsabilidade, a adoção de cachorro ou gato fica mais fácil para todos. Visite também a Alpha Conde para que nossos profissionais auxiliam na saúde e conforto do seu animalzinho.

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Você já deve ter ouvido falar sobre a dermatite canina. Essa doença está presente em muitos pets, sendo cachorros ou gatos, e também pode ser causada por diversos fatores. Para entender melhor sobre essa enfermidade, leia o artigo até o final e descubra mais.

O que é a dermatite canina?

A dermatite canina pode ser definida como uma enfermidade que acomete a pele dos bichinhos, causando alguns sintomas incômodos como coceira e vermelhidão. Em função disso, o pet que se coça muito acaba provocando pequenas feridas em sua pele. Esse desconforto é prejudicial para o animal e pode ainda provocar outras doenças, até mesmo infecções.

Além disso, é importante mencionar também que algumas raças já estão mais suscetíveis a ter dermatite de pele, como o Lhasa Apso, Shi-Tzu, Poodle e o Golden Retriever.

O que causa a dermatite em cães?

Muitos fatores podem provocar a dermatite canina, de filhotes aos adultos. Confira alguns agentes causadores da doença:

  • Principalmente em filhotes, que ainda possuem baixa imunidade, os agentes que provocam em sua maioria são fungos e até mesmo micoses;
  • As pulgas facilitam o aparecimento da doença, já que causam muita coceira;
  • Alguns produtos em contato com o animal também causam a dermatite, como ácidos, detergentes, produtos químicos, corantes e outros;

Tenha em mente que muitas podem ser as causas, principalmente se seu cachorro já possui certa sensibilidade na pele. Portanto, sempre que ele apresentar muita coceira, vermelhidão e até mesmo feridas, procure um médico veterinário para saber a real causa e proporcionar o tratamento adequado.

Como identificar a dermatite canina?

Como citamos acima, os sintomas da dermatite canina são coceira excessiva, insistência em lamber um local, vermelhidão e na pior situação, feridas na pele. Se seu bichinho apresentar esses sintomas, investigue imediatamente a causa e procure um profissional.

Quais os tratamentos são indicados para curar a dermatite canina?

Neste momento, se você chegou até aqui, pode estar se perguntando: “então, a dermatite do meu cachorro tem cura?”. A resposta é sim! Porém, saiba que por ter diversos fatores que causam a doença, os tratamentos também se diferem.

Como tratar dermatite canina

Portanto, não caia na onda de seguir receitas caseiras ou indicações de outros donos de animais. O tratamento de um bichinho raramente será o mesmo para o outro. Apenas um veterinário será capaz de investigar e determinar a causa desse problema de pele. Se possível, procure ainda um médico veterinário especializado no assunto, como a dermatologia canina que temos aqui na Alpha Conde.

Depois disso, o especialista irá determinar qual o tratamento. Geralmente, dependendo do avanço da doença, o processo pode ser de longo prazo, com uso de medicamentos constantes, como shampoos específicos, pomadas e loções antissépticas.

Dicas para prevenir a doença: o que fazer?

Se você já sabe que seu cãozinho possui problemas de pele, existem algumas sugestões para seguir no dia a dia e prevenir a dermatite canina. Neste caso, opte sempre por manter o local de convivência limpo e longe de produtos de limpeza, agentes químicos e detergentes.

Para cachorros de pelos longos, o ideal é sempre escovar para não deixar que crie nós e cause ainda mais coceiras no animal. Tome cuidado também com alguns alimentos que também podem causar a dermatite.

Portanto, qualquer sinal de problemas, fale com a Alpha Conde e nossos especialistas tratarão do seu animalzinho com toda atenção!

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Dicas

Raspa aqui, morde ali… É comum você ver seu cachorro se coçando? As doenças de pele podem acometer cães de todas as raças e idades e, se não tratadas, podem desencadear complicações mais sérias.

Além de comuns, as dermatites e outras doenças de pele também são muito variadas e podem ser motivadas por alergias alimentares, pelo toque, picadas de insetos, bactérias, fungos e até o calor! Continue a leitura para saber mais sobre os motivos e a melhor solução para quando ver seu cachorro se coçando.

Cachorro se coçando: motivo

Fungos, insetos e até o calor, os motivos para você ver seu cachorro se coçando são muitos. Antes de qualquer coisa, é importante investigar e descobrir o motivo para, finalmente, tratar a doença de forma correta. Visitar um médico veterinário é sempre importante para a realização de exames e a avaliação clínica do animal. No entanto, conhecer os sintomas e saber indicar o grau de gravidade é fundamental para cuidar do seu cãozinho.

Ainda não conseguiu descobrir porque seu cachorro se coça muito? Continue a leitura, que o ajudaremos a descobrir.

Pulgas e carrapatos

Um dos motivos mais comuns para cachorro se coçando muito, as pulgas e os carrapatos causam muito incomodo ao bichinho. Porém a coceira é o menor dos males, já que esses parasitas podem causar doenças, ferimentos e até transmitir doenças sérias, como a babesiose e a Dermatite Alérgica a Picada de Pulga (DAPP). Para evitar que esses parasitas cheguem a seu cachorro, é importante usar um bom antipulgas periodicamente.

Sarna

Causada por um ácaro, a sarna é altamente contagiosa. Ela se manifesta através do cachorro se coçando e a queda de pelos principalmente na região do focinho e das patas. Existem medicamentos orais e tópicos para a prevenção da sarna. Procure um médico veterinário e saiba quais é o ideal para seu cãozinho.

Reações alérgicas

Assim como para nós, as reações alérgicas dos cães podem surgir de diversos fatores e é importante levar seu cãozinho logo ao veterinário para descobrir qual o motivo.

A troca da ração seca pode causar alergia, bem como a ingestão de novos alimentos. Plantas, insetos e até um novo cobertor ou a pintura da parede também podem desencadear uma reação alérgica só de encostar na pele do animal.

Quando você ver seu cachorro se coçando, procure um dos fatores listados. Se não encontrou pulgas, carrapatos ou a pele apresenta apenas vermelhidão, reflita sobre atividades fora do cotidiano do animal: passeio em uma praça, contato com outro animal ou uma reforma na casa. Informe o veterinário das atividades.

O que fazer quando cachorro se coça muito

Meu cachorro esta se coçando muito o que fazer“, “meu cachorro não para de se coçar”, “meu cachorro se coça demais“… Essas são apenas algumas mensagens de tutores preocupados com o bem-estar do seu bichinho. Ver seu cachorro se coçando muito é uma situação complicada e em alguns casos não é possível levar o animal para a clínica veterinária imediatamente. Por isso, montamos um checklist para auxiliá-lo nessa hora:

  • Procure pulgas e carrapatos principalmente nas áreas mais quentes, como barriga e axilas;
  • Em caso de pulgas, dê um banho com shampoo antipulgas;
  • Picada de insetos? Faça compressas de água fria no local;
  • Leve seu animal ao veterinário ;
  • Mantenha o medicamento antipulgas sempre válido.

Caso ainda tenha dúvidas e precise de um especialista, a Alpha Conde possui clínica veterinária em Alphaville com os melhores profissionais. Venha nos conhecer e traga seu bichinho!

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Você sabia que seu cachorro fica gripado? Tão cotidiana para nós, a gripe para cachorro é mais incomum, mas também exige uma série de cuidados para evitar complicações e oferecer bem-estar a seu bichinho.

Separamos algumas dicas para você saber como tratar cachorro gripado, formas de prevenção e muito mais. Mais conhecida como “tosse dos canis”, em decorrência de um dos sintomas mais comuns, o cachorro gripado não oferece nenhum risco aos humanos. A gripe de cachorro não é transmissível para nós!

Sintomas do cachorro com gripe

Os sintomas do cachorro com gripe são muito parecidos com o estado em que ficamos quando estamos doentes. Se cachorro com nariz escorrendo é um sintoma? Sim! A coriza é um dos sintomas mais comuns, assim como o espirro. Tão fácil de perceber como esses dois, a tosse é outro
sintoma da gripe de cachorro.

Além desses, também repare se o animal está com falta de apetite ou recluso, duas características comuns de animais doentes.

Cachorro fica gripado: Cuidados e tratamento

Notou alguns sintomas e não sabe o que fazer com o cachorro gripado? Se o seu animalzinho apresentar qualquer problema de saúde é muito importante levá-lo ao médico veterinário.

Ele é o único capaz de examinar, diagnosticar e indicar o melhor tratamento. Apenas um profissional pode indicar um remédio para cachorro gripado, mas existem alguns cuidados que vão ajudar seu cãozinho a se sentir melhor e colaborar para o sucesso do tratamento.

Assim como nós, o cachorro gripado precisa ficar hidratado, portanto ofereça água fresca e até água de coco. Se ele não apresentar sede é importante ressaltar ao veterinário, pois este é um ponto importante de sua recuperação.

A alimentação também ajuda a manter o animal forte, então você pode oferecer alimentos mais saborosos como rações úmidas.

Por fim, lembre-se que a imunidade fica baixa quando estamos doentes, então evite banhos, chuva e passeios em horários muito frios.

Prevenção

Agora que você já sabe o que fazer quando o cachorro está com gripe, separamos algumas dicas importantes para evitar o contágio da gripe entre os cães.

Assim como a doença humana, o cachorro fica gripado com facilidade, pois a transmissão é através de vírus e bactérias.

  • Não mantenha seu cachorro recluso para evitar doença, os passeios e a interação com outros animais são fundamentais para a saúde física e mental do seu bichinho;
  • Uma opção recomendada pelos veterinários é fazer a vacinação anual e ficar atento aos sintomas;
  • Visitas periódicas e checkups frequentes ajudam a manter seu animal sempre saudável.

Caso você tenha outras dúvidas, entre em contato agora mesmo com os especialistas da Alpha Conde e ajudaremos a tratar a saúde do seu pet!

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A cinomose em gatos é o nome popularmente conhecido para a panleucopenia felina. Isso porque, é bastante comum questionarmos se cinomose pega em gato, já que a doença é comum nos cachorros e altamente contagiosa.

Entretanto, apesar de muito parecidas, a doença dos gatos é outra. Os vírus são completamente diferentes, mesmo que os sintomas sejam parecidos.

Apesar disso, a panleucopenia felina, é tão perigosa quanto o vírus da cinomose em cães. A razão disso é que o vírus é bastante resistente e pode ficar ativo no ambiente por longos períodos, o que possibilita a contaminação em gatos domésticos ou não.

Cinomose em gatos: que doença é essa?

Como falamos, o nome correto da “cinomose felina” é a panleucopenia felina, doença que acomete os gatos e um vírus extremamente resistente, mesmo em grandes períodos e ambientes variados.

A panleucopenia felina é uma doença viral, conhecida como a doença dos gatos. Sua contaminação é feita por meio do ar com partículas contaminadas e expostas por outros felinos já infectados.

Além disso, secreções, urina e fezes de animais contaminados também podem transmitir a doença, principalmente para gatos que não foram devidamente vacinados.

Sintomas de cinomose em gatos

A panleucopenia felina provoca diversos problemas de saúde nos gatos. Costuma afetar o sistema gastrointestinal, respiratório e até mesmo na medula óssea. Entre os diversos sintomas do vírus, estão:

Principais sintomas da cinomose felina

  • Apatia;
  • Desidratação;
  • Febre;
  • Vômitos;
  • Diarreia;
  • Falta de apetite.

Após a infecção, um ou mais sintomas pode aparecer até mesmo depois de uma semana. E geralmente, a doença afeta gatos mais jovens (até 12 meses de idade).

É importante mencionar também que caso uma felina prenha seja contaminada, o feto pode nascer com malformações ou sequelas no sistema nervoso, como dificuldades de coordenação.

Diagnóstico de cinomose em gatos

Ao identificar qualquer um desses sintomas citados em seu gato, é fundamental procurar um médico-veterinário para um diagnóstico correto e melhor tratamento da doença.

De maneira geral, o especialista deve observar os sintomas e realizar um diagnóstico clínico. Depois, caso seja necessário, o profissional pode realizar outras formas de investigação da doença, como exames de sangue.

A partir de então é feito o tratamento indicado para a saúde do felino.

Tratamento da cinomose em gatos

Assim como no caso da cinomose canina, a doença em gatos também não há tratamento antiviral específico para a panleucopenia felina.

Então, recomenda-se o tratamento dos sintomas apresentados e suporte para fortalecer o sistema imunológico do gato, a fim de que os vírus sejam combatidos.

Entre os recursos mais utilizados, inclui a utilização de fluídos como soros para tratar a desidratação. Além disso, podemos citar os antibióticos e apoio nutricional, justamente para deixar o bichinho o mais forte possível e superar a doença.

Prevenir a cinomose em gatos: qual a melhor maneira?

Neste caso, a vacina continua sendo a melhor aliada dos felinos para a prevenção da doença. Por isso, é fundamental que, logo no começo da vida, os gatinhos estejam vacinados contra a doença e com tudo em ordem.

Atente-se também para o período correto de vacinação de filhotes e fêmeas grávidas.

E, em sequência, evite contato direto com outros gatos e locais que já tiveram felinos contaminados com a cinomose em gatos. Quanto mais protegido seu gatinho estiver nessas situações, melhor para ele.

Lembre-se também que qualquer sintoma ou alerta, procure imediatamente uma clínica veterinária de confiança para indicar o melhor tratamento e oferecer saúde para seu gato.

Que tal agendar uma visita conosco e garantir a qualidade de vida do seu felino? Esperamos por você!

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Dicas

A cinomose canina é uma doença que ouvimos muito falar, principalmente nos primeiros anos de vida do cão e pode ser fatal caso não seja tratada de maneira correta.

Isso porque, o vírus da cinomose é altamente contagioso e resistente, pois sobrevive por longos períodos em diversos ambientes, secos ou frios.

O que é cinomose canina?

A cinomose canina pode ser descrita como uma doença de cachorro altamente infectocontagiosa. Isto é, causada pelo vírus CDV (Canine Distemper Virus) que acomete, principalmente, filhotes em período de vacinação. Além de cães mais idosos que não foram corretamente vacinados.

Transmissão da cinomose

A transmissão da cinomose em cães pode ser pelo ar ou pelo contato direto com animais que já estão com a doença. Além disso, objetos como brinquedos e tecidos de animais contaminados também podem transmitir a cinomose.

Inclusive, vale citar que alguns cães podem contrair a doença, mas sem sintomas e, com isso, também transmiti-la para outros animais.

Por isso, é preciso se atentar aos primeiros sinais da cinomose, mesmo que esta possa passar despercebida nos primeiros momentos da doença.

Mudança de comportamento do cachorro

Qualquer alteração da personalidade do cãozinho é um sinal de alerta para verificar a possibilidade da cinomose canina, principalmente nos primeiros meses de idade.

A explicação dos especialistas é que no período de 3 a 6 meses, os cachorros estão mais expostos, com imunidade baixa, pois perdem a imunidade materna que os auxilia até esse período de vida.

Sintomas da cinomose canina

A cinomose pode ter diversos sintomas, porque a doença viral acomete o sistema gastrointestinal, respiratório e nervoso.

Entretanto, o cão pode não apresentar todos os sintomas da cinomose. Porém, o mais comum é a piora do sistema digestivo e, caso não aconteça o tratamento imediato, a doença pode evoluir para outras partes do corpo. Portanto, fique alerta!

Sistema gastrointestinal

  • Perda de apetite;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Febre.

Sistema respiratório

  • Corrimento ocular e nasal;
  • Tosse.

Sistema nervoso

  • Tremedeira;
  • Falta de coordenação motora;
  • Não consegue ficar em pé;
  • Convulsões;
  • Tiques nervosos.

Diagnóstico da cinomose

Caso seu amigo apresente alguns desses sintomas, saiba que é importante o diagnóstico especializado do médico-veterinário o quanto antes para não deixar que a doença evolua.

Então, o especialista deverá avaliar todos os sinais clínicos e caso necessário, solicitar exames específicos, como o de sangue, para constatar a doença presente no organismo do pet. Assim, o melhor tratamento será colocado em prática.

Cinomose é uma doença que tem cura?

Mas não se preocupe, apesar de grave, com taxa de sobrevivência de 15% apenas, a cinomose tem cura, sim. O tratamento adequado pode fazer com que seu cão viva por muitos longos anos.

Vale mencionar que em alguns casos de sobrevivência, o cãozinho pode ficar com algumas sequelas da doença, como alguns tiques nervosos, dificuldades para andar e outros sintomas.

Tratamento para cinomose

Como falamos, a cinomose tem cura. Entretanto, não existe uma vacina ou remédio específico para o tratamento da cinomose.

Para isso, ao levar o cão ao médico veterinário, o especialista deverá tratar os sintomas que o animal apresenta no momento, para evitar problemas e novos sintomas ao bichinho. Como soro, antibióticos e suplementos para garantir o fortalecimento do animal.

Com isso, é possível que o animal fortaleça seu sistema imunológico, combatendo o vírus de maneira mais eficiente.

Mesmo assim, é preciso atenção, dedicação e paciência, já que a cinomose canina é uma doença que debilita e pode ser fatal.

Como prevenir a cinomose?

Para prevenir a cinomose canina, o primeiro e mais importante dos passos é manter todas as vacinas em dia (V8 e V10), principalmente nos primeiros dias de vida do cão.

Ainda enquanto filhote, manter o cachorro longe de locais públicos abertos no período de 21 dias após as vacinações.

Além disso, é importante evitar também qualquer tipo de contato com animais infectados ou locais que já receberam cães com a doença, pois qualquer objeto pode fazer com que seu amigo também contraia a cinomose canina. E não queremos isso, de jeito nenhum, certo?

Portanto, ao apresentarem sintomas da doença, corra até sua clínica veterinária de confiança e garanta a saúde e qualidade de vida do seu pet.

Caso você tenha mais dúvidas e queira agendar uma visita à Alpha Conde, nossos profissionais estão preparados para receber seu amigo.

Fale conosco!

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Dicas

Para alguns, a aparência do cachorro obeso torna-se fofa e engraçada, mas o excesso de gordura pode estar associado à diferentes tipos de doenças e prejudicar o bem-estar do animal.

Assim como em humanos a obesidade também é muito prejudicial aos cães. Ela pode ocasionar diabetes, hipertensão, artrite, artrose, entre outras doenças. Além disso, o cachorro pode sofrer com pressão no pulmão, rim, coração, bem como desenvolver problemas respiratórios.

Rotina de exercícios para os cães obesos

A atividade física é um eficiente meio para ajudar o cachorro obeso a chegar ao peso ideal. Não deixá-lo apenas dentro de casa contribui para um estilo de vida muito mais ativo e saudável.

Para que os exercícios sejam os ideais para o seu animal de estimação, lembre-se de levá-lo ao médico veterinário para que ele possa alinhar a alimentação e a atividade física.

Peso ideal para cada porte de cachorro

É muito importante saber que cada raça de cachorro possui características próprias que também contribuem para o desenvolvimento da obesidade. Isso acontece porque o fator genético afeta diretamente o organismo do animal. Por esse motivo é tão importante realizar um acompanhamento com um veterinário.

O médico veterinário consegue avaliar a idade, sexo, histórico de castração, entre outros fatores que contribuem com a obesidade canina.

Um dos meios de se avaliar se o cão é obeso é por meio do Escore de Condição Corporal (ECC), que identifica se o peso do animal está adequado.

A tabela abaixo identifica 5 raças que desenvolvem a obesidade de uma forma mais fácil que outras. Nas segundas e terceiras colunas, apontamos o peso ideal para machos e fêmeas.

Peso ideal para 5 raças de cachorro com tendência à obesidade

Raça

Macho (Kg)Fêmea (Kg)

Basset Hound

29 – 34

22 – 29

Chihuahua

0,9 – 2,7

0,9 – 2,7

Cocker Spaniel

11 -13

9 -11

Golden Retrivier

29 – 34

25 – 29

Schnauzer Miniatura7 – 8

5 – 7

Fonte: UFG

Ração para o cachorro obeso

O mercado de produtos alimentícios para cães evoluiu e já investe em rações apropriadas para os animais que estão acima do peso ideal.

Na hora de escolher a marca da ração, leve em consideração:

  • A quantidade de proteína (importante para a massa muscular do animal);
  • Balanceamento dos nutrientes como vitaminas e os minerais.

Para que a qualidade supra as necessidades do cachorro sem que ele ganhe peso, o ideal é seguir as recomendações do veterinário para que o bichinho possa ter uma dieta equilibrada.

Agende uma consulta com o veterinário! 

 

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Dicas

Aprender a como cuidar de filhotes de cachorro é importante para oferecer a ele um ambiente agradável e que o permita se desenvolver com qualidade de vida.

Ter um novo cãozinho em casa muda a rotina dos moradores e exige alguns cuidados, mas com as dicas certas será uma experiência muito mais divertida e feliz. 

Como cuidar de filhotes de cachorro: preparação

Os cuidados com filhotes de cachorro começam antes da chegada do peludinho e são muito importantes para facilitar a adaptação do animal e tornar a experiência mais agradável para toda a família.

Uma passadinha ao pet shop é essencial para montar um ambiente aconchegante  e completo para o cachorro novo.

Lista de Itens para cachorros

Confira a lista básica de itens para receber filhotes de cachorro:

– Cama, almofada ou casinha;

– Caixa de transporte;

– Potes para água e comida;

– Tapetes higiênicos;

– Produtos neutralizadores de odor;

– Brinquedos variados;

– Coleira com plaquinha de identificação e guia.

Clínica veterinária

Antes de levar o cãozinho para casa, faça uma visita ao médico veterinário. Apenas um profissional capacitado poderá avaliar a saúde do animal, orientar sobre castração e outros cuidados.

Aproveite para vacinar seu cãozinho e protegê-lo de doenças graves, como parvovirose, cinomose e leptospirose.

Vacinação do cachorro

Um dos principais cuidados com filhotes é a vacinação, que consiste na aplicação de:

  • 3 doses da vacina V1;
  • 1 dose única da vacina antirrábica.

Além disso, os cães com mais de 1 ano, devem ser vacinados anualmente com a V10 e a antirrábica. Converse com seu veterinário de confiança sobre a utilização de vermífugos, antipulgas, entre outros medicamentos.

Hora de dormir

Invista em um cantinho aconchegante para o sono, coisa que os filhotes de cachorro fazem durante grande parte do dia.

Você pode optar por almofadas, tocas ou camas, o importante é o cãozinho saber onde é o lugar certo de dormir.

Aproveite o momento para apresentar a caixa de transporte, deixando-a aberta no local escolhido para o repouso do bichinho. Animais adaptados à caixa de transporte poupam muito trabalho na hora de ir ao veterinário ou viajar.

Nas primeiras noites, filhotes de cães podem ficar assustados, pois não conhecem a casa e a nova família. Deixá-los dormir no quarto em sua casinha ou caixa de transporte é uma forma bastante eficaz de reduzir o estresse e evitar choros.

Em alguns dias, procure levar o animal aos poucos para dormir no local que você definir como ideal. Fazer essa adaptação aos poucos evita estresse para o cãozinho e para a família.

Alimentação

Outra dúvida muito comum é como alimentar o filhote de cachorro de 30 dias ou pouco mais. A alimentação também é muito importante para o desenvolvimento e precisa ser feita com alimentos de qualidade e desenvolvidas para filhotes.

Verifique sempre com seu médico veterinário se a ração é adequada para idade do seu animal de estimação. Siga as orientações da embalagem para dar a quantidade certa e evite dar outros alimentos ou exagerar nos petiscos.  

Se sua dúvida é como cuidar de cachorro recém-nascido, a visita ao veterinário é ainda mais importante. Eles são extremamente frágeis e precisam dos cuidados certos para se desenvolverem bem. Alguns cuidados são importantes, como não oferecer leite para cachorro recém-nascido. Existes fórmulas especiais para essas situações, que devem ser prescritas por um profissional.

Agora que você já sabe como alimentar filhotes de cachorro, que tal aprender algumas dicas para a hora do xixi.

Higiene e adestramento

Uma das dúvidas mais comuns, quando o assunto é como cuidar de filhotes de cachorro, é a hora do xixi. Filhotes não podem sair na rua até a autorização do médico veterinário, que normalmente acontece após a última dose de vacina, então o jeito é ensiná-lo a usar o tapete higiênico.

A dica é espalhar vários tapetes higiênicos pela casa, aumentando a chance de acertos. Sempre que o filhote usar o tapete, deve receber um pedaço pequeno de petisco e carinho, quando errar nada deve ser feito. Repreender pode confundir o cachorro, prefira retirá-lo do local e limpar sem ele ver. Com o tempo, vá reduzindo o número de tapetes.

Além do xixi, a hora do banho é importante para a higiene e os cuidados com cachorro filhote. Use sempre produtos indicados pelo seu médico veterinário, mantenha a higiene dos ouvidos e certifique-se que o pelo está completamente seco para evitar alergias e desenvolvimento de doenças.

Hora da brincadeira

Cuidar de cachorro é a maior diversão, pois os brinquedos estão diretamente relacionados com o adestramento, o exercício e o alívio do estresse. Invista em brinquedos diferentes para ampliar as experiências e distrair seu bichinho.

Uma ótima opção para desenvolver a coordenação, estimular o raciocínio e distrair, é o grupo de brinquedos que dispensam alimentos. Bolinhas, ossos e pelúcias são outras opções que os cães adoram.

Agora que você já sabe como cuidar de filhotes de cachorro, divirta-se! 

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Dicas

Saber como cuidar de gato tem uma grande procura, pois os donos de animais de estimação desejam oferecer qualidade de vida a eles, e não ter problemas com a saúde do animal por falta de informação. 

Vamos te explicar os cuidados que os gatos precisam, e que são bem diferentes das que as pessoas têm com os cães.

Entenda as Características dos gatos

Sabemos que os gatos gostam de ficar sozinhos. No entanto, isso não significa que eles não tenham afeto por seus donos, apenas possuem um comportamento mais autônomos, e respeitar esse espaço é importante para que os gatos se sintam confortáveis.

A adoção de um novo membro da família pode acontecer logo após o nascimento ou quando ele já cresceu. Cada fase da vida do bichinho exige saber como cuidar bem dele.

Como Cuidar de Gato recém-nascido e de filhotes

 

Os primeiros dias com o gato exigem cuidado redobrado, pois depois que ele nasce o sistema imunológico ainda está em formação.

Nos primeiros dois meses de vida, tudo que ele precisa é do leite e da mãe para se desenvolver. Qualquer introdução de água, ração, entre outros alimentos devem seguir as recomendações de um veterinário da sua confiança.

Castração do gato

Alguns donos sentem receio de castrar seus gatos, mas o procedimento é seguro, com boa recuperação e melhora a expectativa de vida do animal e  o como cuidar de gato fica mais tranquilo, pois reduz os efeitos negativos do cio.

Em média, entre 4 e 5 meses de vida, o animal já está apto a passar pelo procedimento. Se você adotou um gatinho ou uma gatinha já na fase adulta, procure um profissional para realizar a castração.

Vacinação e medicamentos

Outra preocupação é com relação à vacinação que o gato deve ter.  As primeiras vacinas são dadas a partir dos 2 meses.

Para que você possa entender quais são e em quais períodos, fizemos esse breve calendário.

Vale ressaltar que até que o seu pet esteja vacinado, ele precisa ficar em casa e sem ter contato com outros bichos para evitar contaminações.

protocolo de vacinação de gato

 

Observação: 

Animais negativos para FELV e que tem acesso a rua, contato com outros gatos pelo quintal, ou que possuem contactantes positivos para FELV, deverão iniciar protocolo de vacinação com quíntupla felina.

Cuidados com os gatos jovens

Tanto os filhotes quanto os gatos mais jovens estão aprendendo a conviver dentro de uma casa com humanos, por isso é importante ter paciência e aprender a como cuidar de gato nessa fase. 

Eles estão aprendendo a fazer suas necessidades fisiológicas na caixa de areia (e isso demanda tempo), além de ser importante deixar o alimento apropriado ao animal e água filtrada.

Estimule brincadeiras que eles possam saltar, correr, pular e escalar.

Cuidados com as unhas

O ideal é que você compre no Pet Shop um arranhador de unhas para que o gato possa afiá-las. Quando as unhas ficarem muito longas, agende uma visita ao veterinário para cortá-las.

Os gatos adoram os arranhadores, encontre o tipo ideal para seu gatinho.

Gatos adultos e idosos

Depois que os bichinhos já se desenvolveram é comum que eles comecem a perder a energia e queiram ficar mais deitados e dormindo. Compreenda esse processo de amadurecimento do animal e preze pela qualidade de vida dele.

Não exija mais que ele possa fazer. Dê o máximo de carinho e respeito.

Hora do banho

Eles já gostam de lamber os próprios corpos para higienizá-los. No entanto, o banho mais caprichado deve ser feito com moderação e com cuidado. Além disso, animais com pelos mais longos precisam ser escovados para evitar excesso no estômago.

Caminha para o gato

Aqui há uma outra diferença entre cães e gatos. Os cachorros se adaptam bem em casinhas do lado de fora da casa e os gatos preferem as caminhas em locais fechados.

Lembre-se de que a escolha precisa oferecer conforto para o descanso dos bichinhos.

Alerta para gatos de apartamento

Os gatos são uma ótima companhia para quem deseja um pet que não faça muito barulho e se adapte a lugares pequenos. Em contrapartida, eles são bichos curiosos e gostam de ficar em lugares meio arriscados a sua proteção.

Garantir sua segurança e conforto são fundamentais antes de adotar um bichano, por isso cheque se todos os pontos a seguir estão sendo seguidos:

Segurança e Cuidados

Devido ao instinto dos felinos, é normal que os gatos apresentem comportamentos de caça e tentem capturar pássaros, objetos pendurados e insetos. Por isso, já que muitos apartamentos atingem alturas perigosas em caso de acidentes, possuir rede de proteção para gatos é uma medida essencial.

Isso os protegem mesmo que pulem, pois a rede que é resistente a impactos os deixarão seguros contra quedas fatais. Além disso, caixas de areia e brinquedos arranhadores não podem faltar. Assim, você garante o bem estar de seu pet mesmo quando não estiver presente.

Leia também:

Como cuidar de filhotes de cachorro: Dicas sobre tudo que você precisa saber

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Deixar de tosar ou não o seu animal de estimação é uma escolha muito baseada em gostos pessoais e o que acreditamos que é o melhor para a saúde dos bichinhos. Entretanto a tosa canina está rodeada de mitos e verdades.

E muitas dessas histórias geram grandes dúvidas no público não especializado. Hoje vamos esclarecer alguns dos mitos mais famosos sobre a tosa

Os mitos e verdades sobre tosa canina

Conforme as temperaturas vão esquentando e o verão se aproximando nós escolhemos roupas frescas e penteados que impeça a retenção de calor. E nós procuramos o mesmo para nosso bichinhos com a tosa.

Mas são diferentes histórias que escutamos sobre o assunto e no final sempre sobra aquela pergunta simples. A tosa resolve esse problema realmente ou é só imaginação ?

Para que as coisas fiquem mais claras em relação a tosa, vamos explicar alguns mitos e verdades.

Tosa canina faz o pêlo crescer mais rápido

Não exatamente, a tosa sim pode proporcionar aos novos pêlos mais brilho e força, mas isso não quer dizer que seu crescimento é acelerado. O pêlo continua a crescer da mesma forma independente da tosa ou não.

Tosar é só para o verão

Mito. Apesar do que possa parecer a tosa pode ser feita tanto no verão quanto no inverno, a única diferença é a quantidade de pelos que serão cortados. Os cães com raças de pêlo comprido costumam ter mais necessidades de tosa inclusive no inverno.

Os pelos longos são mais propensos a nós e exigem cuidados redobrados, por isso muitos mantém os pelos dos cachorros tosados pelo ano inteiro.

A tosa vai aliviar todo o calor que seu bichinho sente

Mito. Tosar seu cachorro não será a única coisa que você pode fazer para aliviar o calor que ele sente no verão. Pode sim ajudar mas não é o suficiente. 

Afinal é preciso lembrar que os pelos são os isolantes térmicos dos pets e ao decidir tosá-lo tenha certeza da necessidade.  Mas para garantir que seu bichinho vai passar o verão bem mantenha sempre água fresca disponível e um ambiente bem ventilado. 

Tosa higiênica é necessária 

Verdade. A tosa higiênica é de extrema importância para a saúde dos cachorros. Principalmente aqueles com pelos longos, como shih-tzu, maltês, poodle, lhasa apso, collie entre outros.

Para essas raças além da estética relacionada com os pelos na região intima. A tosa permite que os pelos das patas sejam retirados e evita que os cachorros escorreguem ao caminhar, além de permitir que o pelo não deixe acumular a sujeira nessa área tão sensível.

Outro ponto que devemos comentar sobre é que a tosa deve ser feita por profissionais. Não existem motivos para que você não faça em casa mas para um resultado ideal procure um lugar especializado como o Centro Veterinário Alpha Conde.

Onde os profissionais são mais que treinados para diferentes tipos de tosa com a mais alta qualidade. Entre em contato conosco e marque uma hora para tosar seu bichinho.

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Os problemas de pele talvez sejam os que mais afetam a vida dos bichinhos de estimação. E manter um acompanhamento com dermatologia veterinária é a melhor forma de prevenção.

Existem diferentes problemas e causas que podem afetar a pele de bichinhos. E assim como nós que fazemos acompanhamento, é importante que eles também façam, assim podemos proporcionar uma qualidade de vida melhor para eles.

Os principais problemas cuidados pela dermatologia veterinária

Os problemas de pele que afetam os animais domésticos quando não tratados da forma correta podem levar a consequências mais graves, por isso é de extrema importância um acompanhamento dermatológico básico.

É graças a dermatologia veterinária que temos opções de tratamento e prevenção das doenças de pele.  

Diferentes tipos de alergia

As alergias são os maiores causadores dos problemas de pele, sendo sua causa encontrada em diversos tipos de origem.  Desde situações envolvendo agentes encontrados no ar e ambiente que o animal vive até questões alimentícias.

Os agentes causadores de alergia encontrados no ar são os ácaros, pólen e bolores. Já os origens alimentícias não é possível listar os principais causadores, as reações variam de animal para animal. Para esses casos são recomendadas uma mudança completa na dieta e muita observação.

Alguns casos de alergias são causados pela picada de ectoparasitas, damos o nome de DAPE (dermatite alérgica por picada de ectoparasitas). Esse processo ocorre com o animal que é mordido por pulgas, carrapatos ou qualquer outro parasita comum.

As dermatites causadas por escabiose também são muito comum, e diferentes das outras pode ser transmitida para seres humanos.

Alergias sem causas aparentes – alopecia

A alopecia é uma espécie de distúrbio na pele dos animais que causa queda de pelo em pontos específicos. Ela é um problema que não tem aparente causa, sendo que a alopecia pode levar a outros distúrbios ou ela mesmo ser o problema maior.

Em caso de queda fora dos períodos normais – inverno e outono – em grandes quantidades, procure imediatamente um serviço dermatológico.

Alergia por fungo

Provocada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose costuma atingir mais o gatos e é transmitida por arranhões e mordidas de animais ou plantas infectadas. Esse tipo de alergia afeta não só a pele mas também pode atingir o sistema linfático e respiratório.

Fique atento para feridas que apresentem pus e que não curam de forma alguma. A esporotricose quanto antes for tratada melhor para vida do seu bichinho.

A palavra-chave é certamente observação. Fique de olho em qualquer alteração de comportamento comum ou excesso de coceira. A maioria dos problemas possuem cura ou tratamento capazes de proporcionar uma vida muito mais confortável.

Não deixe para depois os cuidados com a dermatologia veterinário de qualidade e confiança. Procure o centro veterinário Alpha Conde e marque uma consulta para seu bichinho de estimação.

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É inegável que os bichinhos de estimação estão cada vez mais presentes na vida das casas, e não só como pets, mas como parte importante da família. Uma forma de garantir uma proteção extra para os bichinhos o microchip é colocado.

Para os donos de animais de estimação esse termo já não deve ser tão desconhecido e mesmo que você tenha um leve conhecimento sobre o assunto, vamos te explicar de forma melhor.

O que é um microchip ?

O microchip é um pequeno dispositivo de identificação eletrônica contendo todas as informações mais relevantes sobre o animal.  Seu tamanho é o que equivale um grão de arroz.

Para segurança da saúde dos animais, o microchip é envolto em uma cápsula de vidro biocompatível.

Como implantar o microchip no seu animal ?

Somente um veterinário pode realizar o processo. Apesar da necessidade de um especialista, o processo é simples, rápido e praticamente indolor.

O chip é colocado um pouco abaixo da nuca do animal e com auxílio de um injetor ele é empurrado através da pele. O dispositivo fica invisível a olho nu e depois de implantado dura uma vida inteira.

Sim, ele não possui data de validade e as informações nele contidas não se perdem com o tempo.

A recomendação para implantação do chip é a partir do segundo mês de vida do bichinho, depois disso em qualquer momento ou idade o microchip pode ser colocado.

Quais informações estão no microchip ?

As informações que estarão contidas no chip são coisas básicas para identificação do animal e dono.

As informações básicas cadastradas no banco de dados online são:

  • Nome completo do dono; números de telefone; endereço tanto comercial quanto residencial;
  • Cor da pelagem do animal; raça; nome do bichinho; características individuais que possam facilitar uma identificação.

Por que devo implantar o microchip ?

O principal motivo é segurança. A qualquer momento estamos suscetíveis a acidentes, como seu animal de estimação se perder, fugir ou até mesmo ser roubado.

Só a ideia já pode ser desesperadora, mas o microchip pode fazer toda a diferença nessa situação. Os dados ficam armazenados em um banco de dados que pode ser acessado por veterinários, abrigos e órgãos públicos.

Sendo ele identificado a chance de você reaver seu animal é muito maior do que aqueles que não passaram pela microchipagem.

Caso queira viajar para o exterior e levar seu pet, ele obrigatoriamente deve estar microchipado para que ele possa seguir em viagem.

O centro veterinário Alpha Conde realiza todo o processo de microchipagem com materiais certificados, tanto nacionalmente quanto internacionalmente.

Para certificar e garantir total segurança daquele que tornou-se membro da sua família, entre em contato conosco e faça o agendamento desse processo tão importante.

 

 

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Considerado um método alternativo a homeopatia animal não possui nenhuma contraindicação por ser um tratamento sem efeitos colaterais.  Dessa forma os animais que não correspondem aos métodos tradicionais são direcionados a homeopatia.

É um tratamento com um período de duração um pouco maior que o método de alopatia. Entretanto seus resultados não menos eficazes e ainda são mais seguros para a saúde.

Os principais benefícios da homeopatia animal

Uma das principais características da homeopatia animal é a individualidade do produto.  O remédio homeopático é formulado de acordo com a necessidade e características específicas do animal e por isso só pode ser usado com ele.

A diferença crucial do remédio homeopático para o alopático é como ele age no corpo do bichinho.  O alopático trata o órgão ou doença específica já o homeopático tem a função de tratar o organismo como um todo.

A homeopatia animal também é o método mais recomendado para tratamentos de problema crônicos.  Por não terem efeitos o tratamento homeopático é menos agressivo para o organismo.

Outro benefício da homeopatia animal é a facilidade em oferecer a medicação.  Os remédios homeopáticos podem ser administrados em gotas ou em pequenas bolinhas conhecidas como “bolinhas de açúcar”.

A homeopatia serve não somente para doenças, mas também pode ajudar com problemas de comportamento animal.  Cachorros que se assustam facilmente com barulhos, aqueles que são muito nervosos e são mais propensos a atacar são passíveis de tratamento homeopático.

Homeopatia animal possui contraindicações?

Como já falamos anteriormente, é uma forma de medicação sem efeitos colaterais o que elimina a grande maioria dos riscos com contraindicação.

Além disso a homeopatia é um tratamento natural, sendo assim um método sem contraindicações.

Mas a melhor forma de garantir que seu bichinho pode ser tratado com homeopatia animal é consultar um profissional formado na área.  Ele irá indicar se seu bichinho está apto para o tratamento como também escolher a melhor fórmula.

A opinião de um especialista nunca pode ser descartada, ninguém melhor que ele para saber o que é ideal para cada animalzinho doméstico. Sempre busque profissionais de confiança e que são bem recomendados.

A Alpha Conde conta com equipes veterinárias da mais alta confiança e profissionalismo e os equipamentos mais modernos para garantir a precisão em nossos tratamentos.  Para conhecer mais sobre a homeopatia entre em contato conosco pelo formulário disponível aqui.

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O diagnóstico por imagem para animais domésticos é uma importante ferramenta para identificar as reais condições de saúde dos animais domésticos.

Ter o apoio desse tipo de equipamento dentro de uma clínica veterinária é capaz de prevenir e tratar diferentes doenças dos animais de estimação.

Leia também: “Dermatologia animal previne e trata doenças de pele em cães”

No artigo de hoje, vamos conhecer os serviços de radiologia, ultrassonografia e ecocardiologia com os benefícios que cada um traz aos pets.

Diagnóstico por imagem para animais domésticos: radiologia

O serviço de radiologia para animais é um dos mais solicitados para avaliar:

  • A cavidade torácica;
  • Silhueta cardíaca;
  • Campos pulmonares;
  • Coluna vertebral;
  • Sistema urogenital;
  • Avaliação do esôfago.

É através da radiologia veterinária que as radiações ionizantes e não ionizantes atuam para realizar o diagnóstico e terapia de patologias do animal.

Ultrassonografia veterinária

A ultrassonografia veterinária tem como função obter um diagnóstico por imagem das condições internas dos animais.

Engana-se quem pensa que o ultrassom é utilizado apenas para o acompanhamento de gestação das fêmeas. Ele pode ser aplicado para identificar a causa da perda de peso, de apetite, vômitos, diarreias etc.

Todas as informações coletadas são cruciais para determinar se há ou não a necessidade em realizar uma cirurgia, biópsias, entre outros procedimentos.

Ecocardiologia em animais domésticos

A ecocardiologia é outro instrumento do diagnóstico por imagem que não é invasivo. O principal objetivo é obter uma avaliação sobre a anatomia e funcionalidade do coração.

É um procedimento que permite o acompanhamento em tempo real de todas as atividades desse importante órgão.

Onde realizar exames de diagnóstico por imagens

A Alpha Conde é um centro veterinário que atua com as melhores tecnologias voltadas a promover mais saúde e bem-estar aos animais.

Todos nossos veterinários são capacitados a atender com primazia todos os casos que recebemos em nossas instalações.

Cuide bem daquele que traz tanta alegria ao seu dia-a-dia. Entre em contato conosco e agende seu atendimento.

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A aquisição de uma caminha para cachorro faz parte da representação do amor que o dono tem pelo animal, pois ele necessita de um local em que se sinta seguro e confortável.

Para que seja possível escolher uma caminha que seja compatível com seu animal de estimação é necessário ter a preocupação em analisar alguns fatores.

Neste artigo, vamos dá dicas de como realizar uma escolha assertiva com base em dois fatores:

  • Porte do animal x caminha para cachorro.
  • Matéria-prima escolhida.

A caminha para cachorro deve respeitar como o animal deita

Algumas pessoas comparam o tamanho da cama com o tamanho do animal e acreditam que é o suficiente para levar para casa um produto confortável para o animal. No entanto, você precisa analisar como ele se deita para escolher a melhor cama.

Quando seu cachorro tem o hábito de deitar e ficar encolhido, a melhor aposta é investir em caminhas redondas ou quadradas. Já se ele gosta mesmo é de ficar todo esticado, invista sem medo em caminhas retangulares para cachorros.

Região em que mora

Em regiões mais frias, as caminhas do tipo iglus são mais adequadas, pois tendem a ser mais quentes. Quando a região for mais quente, as caminhas podem ser redondas, quadradas ou retangulares.

Matéria-prima utilizada

O mercado de pet shop vive inovando e trazendo uma infinidade de opções. As matérias-primas utilizadas para fabricar as caminhas devem ser atóxicas, resistentes e que sejam acolchoadas.

Há animais que dormem dentro das casas, o que facilita o uso de caminhas de tecido. Já para os cães que dormem fora, há a necessidade de oferecer abrigo contra chuva, vento e sol.

A Alpha Conde atua no segmento de cuidados para animais domésticos há mais de 15 anos. Com o intuito de oferecer comodidade e os melhores produtos aos nossos clientes e amigos, oferecemos uma estrutura de alto padrão em nossa clínica veterinária com pet shop em Alphaville.

Venha conhecer nossa infraestrutura.

 

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A dermatologia animal é uma grande aliada para que cães possam ficar livres de doenças de pele. Para que ela seja realizada tanto na prevenção quanto no tratamento é necessário investir em consultas com profissionais especializados.

O hábito da automedicação é tratado como normal pelas pessoas. Ao identificar alguma mudança na pele de seus animais de estimação, há pessoas que tentam resolver com soluções caseiras ou indicações. No entanto, no anseio de ajudar, os proprietários de animais domésticos acabam prejudicando a saúde de seus pets.

Um ponto que deve ser ressaltado é o de que muitas doenças dermatológicas não são fáceis de ser identificadas. O médico veterinário especializado em dermatologia animal é o profissional mais indicado para realizar uma série de exames, identificar qual é o problema e realizar os efetivos tratamentos para proporcionar qualidade de vida aos animais.

Infecções por picada de ectoparasitas devem ser tratadas pela dermatologia animal

Os cães têm grandes chances de sofrerem com doenças de pele, e algumas se tornaram comuns como as causadas por ectoparasitas. Infelizmente por ter uma alta frequência, alguns donos não se preocupam em levar seus animais de estimação ao veterinário e tentar sanar o problema com remédios de casas de rações. O problema é que “eliminar” o parasita não é garantia de que os cães estarão com a pele saudável.

Os ectoparasitas são seres vivos que se instalam no corpo dos cachorros (como carrapatos e pulgas) e que causam doenças como as de pele. Através da picada desses parasitas, o animal pode ter infecções, dermatites e muita coceira que causam irritação e estresse aos bichos.

O tratamento dermatológico para animais contribui para livrar os animais de doenças de pele e fazem com que eles possam ter mais qualidade de vida.

Busque os melhores tratamentos de dermatologia animal na região de Alphaville com os profissionais especializados do Centro veterinário Alpha Conde. Disponibilizamos o que há de  mais moderno e tecnológico para garantir a eficiência dos nossos processos.

Para mais informações, preencha o formulário disponível aqui.

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O envelhecimento em cães pode causar perdas significativas em coordenação motora. A fisioterapia animal chega como mais um dos recursos que promove bem-estar aos bichos idosos. Através dela, há um constante investimento em estímulos que proporcionam alívio e mais qualidade de vida.
Os estudos sobre fisioterapia animal começaram com base na fisioterapia utilizada em humanos. Com os avanços em pesquisas e aplicações, determinou-se um veterinário especialista nessa área para garantir as reais melhoras em animais debilitados por causa da ação do tempo, doenças, lesões ortopédicas, pós-operatórios etc.
Neste artigo, vamos destacar a fisioterapia animal direcionada aos cães idosos.

Fisioterapia animal para aumento da expectativa de vida de cães idosos

Pesquisas revelam que a grande maioria das pessoas prefere levar para suas casas cães filhotes. No entanto, a tendência é que os mesmos animais que chegaram com poucos meses de vida cheguem à velhice depois dos 8 anos. É nessa fase que muitos cachorros passam a apresentar problemas de saúde com mais frequência. Cuidar deles é um ato de amor ao animal que está no convívio familiar há tantos anos.
A fisioterapia animal é uma excelente aposta para aumentar a expectativa de vida dos animais de estimação, pois promove significativos alívios às dores, previne o surgimento de outros problemas que afetam o físico do animal e garante uma vida melhor aos cães idosos.

Tratamento de doenças

A velhice dos cães pode ocasionar doenças ortopédicas, dores agudas, entre outros problemas. O uso de equipamentos específicos para cada caso, alinhado aos exercícios terapêuticos promovidos pela fisioterapia animal contribui para que a coordenação motora do pet seja melhorada a cada série realizada.

Melhora a disposição do animal

O animal idoso tende a ficar menos disposto como a não querer mais brincar como antes, a não correr e ficar mais deitado. Quando ele recebe o tratamento adequado com as técnicas fisioterápicas indicadas, passa a ser mais autônomo e recupera a sua independência. Tanto os donos quanto os próprios animais percebem como esse investimento promove muito mais qualidade de vida. A fisioterapia garante gratas melhoras aos animais domésticos.
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Dicas

A acupuntura veterinária tem se tornado cada vez mais popular aos donos de animais domésticos que querem proporcionar mais qualidade de vida aos seus bichos de estimação. A técnica é uma modalidade de terapia que tem como objetivo proporcionar uma energia vital mais equilibrada.

Algumas pessoas tende a ter receio em usar agulhas em animais domésticos por acreditar que pode causar dor. No entanto, os profissionais capacitados sabem como realizar a acupuntura em pontos estratégicos para tratar as doenças diagnosticadas no animal e sem que haja dores, pelo contrário, o objetivo é de saná-las. Em algumas partes do corpo do animal, como as próximas aos ossos, são mais sensíveis e devem ter uma atenção redobrada para não irritar o animal durante o tratamento, por isso é tão importante realizar o procedimento com um profissional.

Acupuntura veterinária trata discopatias

A discopatia é uma lesão que surge na coluna do animal e é responsável por causar dores que chegam a ser insuportáveis. O não tratamento pode ocasionar paralisia, incontinência urinária, alterar o sistema nervoso e diminuir a sensibilidade.
Um dos meios mais bem sucedidos para tratar as discopatias é a acupuntura veterinária, que atinge diretamente onde o animal está com dor. Por ser uma terapia da medicina alternativa, deve ser realizada apenas por profissionais capacitados.

Melhora o comportamento dos animais

Alguns animais podem desenvolver crises de ansiedade, agressividade, entre outras mudanças de comportamento. Após analisar outros fatores que geraram esses tipos de distúrbios é possível realizar um tratamento pontual com acupuntura veterinária. A cada seção, já é notável a melhora no comportamento dos animais.

Contribui com uma respiração mais adequada

Os problemas respiratórios são comuns também aos animais. Um deles é a asma, que gera dificuldades respiratórias acompanhadas por tosses secas, chiados, entre outros sintomas. A acupuntura veterinária é responsável por proporcionar um tratamento muito eficiente para esses casos. Através dela, os animais conseguem ter significativas melhoras para respirar.

Para saber mais sobre essas e outras vantagens da acupuntura para animais, entre em contato com a Alpha Conde. Temos profissionais capacitados em oferecer as melhores orientações e excelentes tratamentos com essa técnica.

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Dicas

Muito comum nos gatos com idade avançada, a Lesão Reabsortiva Odontoclástica de Felinos (LROF), também conhecida como reabsorção dentária, é uma enfermidade grave e muito temida pelos tutores de felinos. Essa doença é caracterizada pela destruição dos dentes, provocada pelo próprio organismo, sem uma causa definida.

Principais sintomas da LROF

Geralmente, os gatos acometidos pela LROF sofrem muito com a reabsorção dental e apresentam inflamação ou inchaço na gengiva ao redor do dente afetado, excesso de salivação, dificuldade de mastigação, falta de apetite, halitose, lesões e, no estágio mais avançado, a perda dos dentes; ou podem simplesmente não apresentar qualquer desses sintomas. A doença se manifesta inicialmente na gengiva, afetando posteriormente a raiz e a coroa dos dentes, ocasionando o surgimento de uma lesão (buraco) na parte interna ou externa.

Uma das melhores formas de identificar a afecção é observar se o gato tem dificuldade, se recusa ou sente dor ao se alimentar. Diante desses sintomas é importante atentar-se ao diagnóstico, pois a LROF é facilmente confundida com a cárie de felinos e pode levar tanto à desnutrição como à morte. Ainda que se mantenha a higiene bucal diária do seu pet, é importante realizar visitas ao dentista veterinário periodicamente, para análise clínica.

De causas e diagnósticos ainda desconhecidos em todo o mundo, atrás apenas da doença periodontal, a LROF é a doença mais comum em felinos e pode afetar quase toda a população mundial da espécie, comprometendo desde a reabsorção do esmalte até toda a estrutura dentária, sem conhecimento de um tratamento eficaz.

Uma vez que a prevenção seja a melhor ação contra quaisquer tipo de doenças, ainda não se chegou a uma conclusão sobre o melhor método preventivo contra LROF, que tem acometido até mesmo os animais com excelente saúde bucal e os que foram submetidos à exodontia. Trata-se, no entanto, de um processo degenerativo que pode progredir de forma indeterminada (do primeiro ao quinto estágio) ou estagnar após afetar algum ponto da cavidade bucal.

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Dicas

Além de ser motivo de preocupação para os tutores, a queda de pelo dos cães também se torna muito desagradável quando tapetes, roupas e ambientes passam a ficar repletos de pelos. Mas para resolver esse problema é importante saber quais são suas principais causas.

Algumas raças já possuem naturalmente maior predisposição à queda de pelos, mas, além disso, existem alguns fatores externos que interferem diretamente no aspecto da pelagem do animal e se evitados podem diminuir significativamente e até mesmo acabar com a queda de pelos.

A culpa pode ser da ração

Alguns tipos de ração podem apresentar uma quantidade de nutrientes abaixo da que o pet precisa ingerir. A alimentação também pode apresentar baixo índice de água ou ingredientes que causem alergia ou intolerância, acarretando desidratação e, consequentemente, a queda dos pelos. Nesse caso, são recomendadas rações mais úmidas, com ingredientes naturais, valor nutricional equilibrado e sem adição de corantes.

Outros fatores que podem causar queda de pelo

Não menos importante e influente na queda de pelos, a higiene é um fator determinante para a manutenção da saúde estética dos cães – banhos regulares auxiliam na remoção de pelos mortos e soltos e evitam que fios se soltem pela casa e impregnem nas roupas e estofados. Por outro lado, como tudo em excesso pode se tornar prejudicial, banhos frequentes em um curto intervalo de tempo podem causar ressecamento da pele e contribuir para a queda dos fios. No entanto, se mesmo seguindo essa rotina de cuidados seu pet apresentar queda de pelos, é recomendado visitar um veterinário, que terá toda expertise necessária para investigar o quadro clínico e prescrever a melhor medida para recuperar a saúde do pet.

Além da alimentação, o contato com agentes parasitas, como pulgas e carrapatos, fungos, doenças relacionadas ao fígado, câncer e até medicamentos podem ocasionar alergias, irritações e feridas na pele, que também levam à queda de pelos.

Agende uma consulta na Alpha Conde e saiba quais são os motivos da perda de pelos do seu cão.

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Dicas

A obesidade, assim como para os humanos, é um fator muito prejudicial à saúde do pet e pode ocasionar diversos problemas. Considerados membros da família, eles desfrutam de deliciosos pratos de comida e dos maus hábitos alimentares que nós adquirimos; e somados às porções diárias de ração e aperitivos, faz com que os cães também compartilhem dessa doença tão comum aos humanos nos dias atuais: a obesidade.

Uma vez que os cães apenas se alimentam do que servimos… sim, somos nós os culpados pelo comprometimento da saúde deles – além do excesso de peso comprometer a qualidade de vida do animal, influencia negativamente na sua longevidade.

Assim como os humanos, alguns cachorros podem apresentar tendência à obesidade?

A resposta é sim. Cerca de um terço da população canina mundial sofre com obesidade, sendo que nesse índice, as fêmeas são mais afetadas. Além disso, vale considerar que existem rações supercalóricas e algumas raças têm predisposição a engordar consideravelmente, como Basset Hound, Beagle, Dogue Alemão, Golden Retriever, Pug, São Bernardo, entre outros; mas os cães também podem apresentar sobrepeso por razões metabólicas ou stress.

Outro fator que pode contribuir para a obesidade canina é ao processo de castração – a castração pode desencadear ganho de peso, sendo necessário vigiar as porções de ração disponibilizadas para consumo diário e a frequência das recompensas com aperitivos. Uma dica é dar ao pet a dosagem de ração indicada na embalagem, sem excessos durante o dia.

Existem casos em que os donos não sabem que a cadela está grávida.

Consequências da obesidade

A obesidade canina acarreta maior risco em cirurgias, aumento do ritmo de funcionamento dos órgãos (pressão), surgimento e agravamento de doenças articulares, como artrite; problemas respiratórios, diabetes, hipertensão, maior probabilidade de desenvolver tumores, problemas gastrointestinais e do sistema imunológico.

Como combater a obesidade

A prevenção sempre é a melhor atitude para manter seu cão saudável. Mas caso ele já tenha sido afetado pela obesidade, existem algumas medidas simples que podem ser adotadas para devolvê-lo sua qualidade de vida: atitudes como observar o tipo de alimentação e a frequência com que o pet se alimenta; reduzir o valor energético sem diminuir a quantidade de ração, suspender guloseimas, estimular o consumo máximo de água e a prática de exercícios são iniciativas que além de contribuir para a perda de peso, devem proporcionar de forma efetiva a inclusão de bons hábitos na vida do cãozinho, além de colaborar também para sua sobrevida.

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