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A adoção de cachorro é muito mais do que uma questão de amor, mas também de muita responsabilidade. O ato de adotar um cachorro é especial, e deve ser realizado com muito planejamento. Portanto, se você quer muito adotar um animalzinho, saiba algumas dicas para a segurança, conforto e sucesso nessa adoção.

Adoção de cachorro: primeiros passos

Todos os dias, muitos animais são abandonados e resgatados por alguma ONG de animais que cuida desses bichinhos até sua adoção. Portanto, ao adotar um cachorro, tenha em mente que eles exigem muita atenção, cuidado e dedicação.

Dica n° 1 – Prepare o território

Antes de mais nada, verifique se você consegue proporcionar conforto para o pet. Em casas ou apartamentos é possível adotar um animalzinho. No entanto, analise o local, onde será colocado os itens de comida e necessidades. Também veja que será necessário sair com o pet para proporcionar lazer nos casos dos cães.

Além disso, verifique as primeiras compras, como caminha, comedouro e muito mais. Deixe tudo pronto antes de receber seu amiguinho para deixá-lo mais feliz e confortável.

Dica n° 2 – Tempo para seu pet

Pergunte-se: você terá tempo para o seu pet? Assim como os bebês, os animais também precisam de atenção e dedicação. Se seu cachorro ou gato for ficar muitas horas sozinhos, planeje-se melhor para a adoção. Caso for permanecer muito tempo ausente, veja se seria possível adotar dois animais, pode ser uma solução para não deixá-los ociosos durante o dia em que você não estiver presente.

Dica n° 3 – Procure por uma ONG de animais

Com tudo planejado, procure uma ONG de animais e verifique quais as condições para a adoção de cachorro ou gato. A maioria exige que a pessoa tenha mais de 21 anos, apresente documentos e assine um termo de responsabilidade, se comprometendo com os cuidados daquele animal. Além disso, faça algumas visitas para conhecer o espaço e os bichinhos.

Dica extra: algumas ONGs também realizam feiras de adoção. Atente-se para esses eventos e visite!

Dica n° 4 – Os primeiros dias depois da adoção

Os primeiros dias depois da adoção são primordiais, tanto para o dono quanto para o animal. Deixe tudo preparado para recebê-lo em casa e planeje-se para estar presente por mais tempo neste início. O bichinho precisará se acostumar com o novo espaço e seus moradores.

Além disso, entre os primeiros passos está a visita a um veterinário. É preciso saber se o animal tomou todas as vacinas e está completamente saudável. Verifique também o espaço de adoção se o animal está castrado.

Por fim, amor e dedicação são os principais cuidados que esses bichinhos precisam. Com responsabilidade, a adoção de cachorro ou gato fica mais fácil para todos. Visite também a Alpha Conde para que nossos profissionais auxiliam na saúde e conforto do seu animalzinho.

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Você já deve ter ouvido falar sobre a dermatite canina. Essa doença está presente em muitos pets, sendo cachorros ou gatos, e também pode ser causada por diversos fatores. Para entender melhor sobre essa enfermidade, leia o artigo até o final e descubra mais.

O que é a dermatite canina?

A dermatite canina pode ser definida como uma enfermidade que acomete a pele dos bichinhos, causando alguns sintomas incômodos como coceira e vermelhidão. Em função disso, o pet que se coça muito acaba provocando pequenas feridas em sua pele. Esse desconforto é prejudicial para o animal e pode ainda provocar outras doenças, até mesmo infecções.

Além disso, é importante mencionar também que algumas raças já estão mais suscetíveis a ter dermatite de pele, como o Lhasa Apso, Shi-Tzu, Poodle e o Golden Retriever.

O que causa a dermatite em cães?

Muitos fatores podem provocar a dermatite canina, de filhotes aos adultos. Confira alguns agentes causadores da doença:

  • Principalmente em filhotes, que ainda possuem baixa imunidade, os agentes que provocam em sua maioria são fungos e até mesmo micoses;
  • As pulgas facilitam o aparecimento da doença, já que causam muita coceira;
  • Alguns produtos em contato com o animal também causam a dermatite, como ácidos, detergentes, produtos químicos, corantes e outros;

Tenha em mente que muitas podem ser as causas, principalmente se seu cachorro já possui certa sensibilidade na pele. Portanto, sempre que ele apresentar muita coceira, vermelhidão e até mesmo feridas, procure um médico veterinário para saber a real causa e proporcionar o tratamento adequado.

Como identificar a dermatite canina?

Como citamos acima, os sintomas da dermatite canina são coceira excessiva, insistência em lamber um local, vermelhidão e na pior situação, feridas na pele. Se seu bichinho apresentar esses sintomas, investigue imediatamente a causa e procure um profissional.

Quais os tratamentos são indicados para curar a dermatite canina?

Neste momento, se você chegou até aqui, pode estar se perguntando: “então, a dermatite do meu cachorro tem cura?”. A resposta é sim! Porém, saiba que por ter diversos fatores que causam a doença, os tratamentos também se diferem.

Como tratar dermatite canina

Portanto, não caia na onda de seguir receitas caseiras ou indicações de outros donos de animais. O tratamento de um bichinho raramente será o mesmo para o outro. Apenas um veterinário será capaz de investigar e determinar a causa desse problema de pele. Se possível, procure ainda um médico veterinário especializado no assunto, como a dermatologia canina que temos aqui na Alpha Conde.

Depois disso, o especialista irá determinar qual o tratamento. Geralmente, dependendo do avanço da doença, o processo pode ser de longo prazo, com uso de medicamentos constantes, como shampoos específicos, pomadas e loções antissépticas.

Dicas para prevenir a doença: o que fazer?

Se você já sabe que seu cãozinho possui problemas de pele, existem algumas sugestões para seguir no dia a dia e prevenir a dermatite canina. Neste caso, opte sempre por manter o local de convivência limpo e longe de produtos de limpeza, agentes químicos e detergentes.

Para cachorros de pelos longos, o ideal é sempre escovar para não deixar que crie nós e cause ainda mais coceiras no animal. Tome cuidado também com alguns alimentos que também podem causar a dermatite.

Portanto, qualquer sinal de problemas, fale com a Alpha Conde e nossos especialistas tratarão do seu animalzinho com toda atenção!

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Raspa aqui, morde ali… É comum você ver seu cachorro se coçando? As doenças de pele podem acometer cães de todas as raças e idades e, se não tratadas, podem desencadear complicações mais sérias.

Além de comuns, as dermatites e outras doenças de pele também são muito variadas e podem ser motivadas por alergias alimentares, pelo toque, picadas de insetos, bactérias, fungos e até o calor! Continue a leitura para saber mais sobre os motivos e a melhor solução para quando ver seu cachorro se coçando.

Cachorro se coçando: motivo

Fungos, insetos e até o calor, os motivos para você ver seu cachorro se coçando são muitos. Antes de qualquer coisa, é importante investigar e descobrir o motivo para, finalmente, tratar a doença de forma correta. Visitar um médico veterinário é sempre importante para a realização de exames e a avaliação clínica do animal. No entanto, conhecer os sintomas e saber indicar o grau de gravidade é fundamental para cuidar do seu cãozinho.

Ainda não conseguiu descobrir porque seu cachorro se coça muito? Continue a leitura, que o ajudaremos a descobrir.

Pulgas e carrapatos

Um dos motivos mais comuns para cachorro se coçando muito, as pulgas e os carrapatos causam muito incomodo ao bichinho. Porém a coceira é o menor dos males, já que esses parasitas podem causar doenças, ferimentos e até transmitir doenças sérias, como a babesiose e a Dermatite Alérgica a Picada de Pulga (DAPP). Para evitar que esses parasitas cheguem a seu cachorro, é importante usar um bom antipulgas periodicamente.

Sarna

Causada por um ácaro, a sarna é altamente contagiosa. Ela se manifesta através do cachorro se coçando e a queda de pelos principalmente na região do focinho e das patas. Existem medicamentos orais e tópicos para a prevenção da sarna. Procure um médico veterinário e saiba quais é o ideal para seu cãozinho.

Reações alérgicas

Assim como para nós, as reações alérgicas dos cães podem surgir de diversos fatores e é importante levar seu cãozinho logo ao veterinário para descobrir qual o motivo.

A troca da ração seca pode causar alergia, bem como a ingestão de novos alimentos. Plantas, insetos e até um novo cobertor ou a pintura da parede também podem desencadear uma reação alérgica só de encostar na pele do animal.

Quando você ver seu cachorro se coçando, procure um dos fatores listados. Se não encontrou pulgas, carrapatos ou a pele apresenta apenas vermelhidão, reflita sobre atividades fora do cotidiano do animal: passeio em uma praça, contato com outro animal ou uma reforma na casa. Informe o veterinário das atividades.

O que fazer quando cachorro se coça muito

Meu cachorro esta se coçando muito o que fazer“, “meu cachorro não para de se coçar”, “meu cachorro se coça demais“… Essas são apenas algumas mensagens de tutores preocupados com o bem-estar do seu bichinho. Ver seu cachorro se coçando muito é uma situação complicada e em alguns casos não é possível levar o animal para a clínica veterinária imediatamente. Por isso, montamos um checklist para auxiliá-lo nessa hora:

  • Procure pulgas e carrapatos principalmente nas áreas mais quentes, como barriga e axilas;
  • Em caso de pulgas, dê um banho com shampoo antipulgas;
  • Picada de insetos? Faça compressas de água fria no local;
  • Leve seu animal ao veterinário ;
  • Mantenha o medicamento antipulgas sempre válido.

Caso ainda tenha dúvidas e precise de um especialista, a Alpha Conde possui clínica veterinária em Alphaville com os melhores profissionais. Venha nos conhecer e traga seu bichinho!

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Você sabia que seu cachorro fica gripado? Tão cotidiana para nós, a gripe para cachorro é mais incomum, mas também exige uma série de cuidados para evitar complicações e oferecer bem-estar a seu bichinho.

Separamos algumas dicas para você saber como tratar cachorro gripado, formas de prevenção e muito mais. Mais conhecida como “tosse dos canis”, em decorrência de um dos sintomas mais comuns, o cachorro gripado não oferece nenhum risco aos humanos. A gripe de cachorro não é transmissível para nós!

Sintomas do cachorro com gripe

Os sintomas do cachorro com gripe são muito parecidos com o estado em que ficamos quando estamos doentes. Se cachorro com nariz escorrendo é um sintoma? Sim! A coriza é um dos sintomas mais comuns, assim como o espirro. Tão fácil de perceber como esses dois, a tosse é outro
sintoma da gripe de cachorro.

Além desses, também repare se o animal está com falta de apetite ou recluso, duas características comuns de animais doentes.

Cachorro fica gripado: Cuidados e tratamento

Notou alguns sintomas e não sabe o que fazer com o cachorro gripado? Se o seu animalzinho apresentar qualquer problema de saúde é muito importante levá-lo ao médico veterinário.

Ele é o único capaz de examinar, diagnosticar e indicar o melhor tratamento. Apenas um profissional pode indicar um remédio para cachorro gripado, mas existem alguns cuidados que vão ajudar seu cãozinho a se sentir melhor e colaborar para o sucesso do tratamento.

Assim como nós, o cachorro gripado precisa ficar hidratado, portanto ofereça água fresca e até água de coco. Se ele não apresentar sede é importante ressaltar ao veterinário, pois este é um ponto importante de sua recuperação.

A alimentação também ajuda a manter o animal forte, então você pode oferecer alimentos mais saborosos como rações úmidas.

Por fim, lembre-se que a imunidade fica baixa quando estamos doentes, então evite banhos, chuva e passeios em horários muito frios.

Prevenção

Agora que você já sabe o que fazer quando o cachorro está com gripe, separamos algumas dicas importantes para evitar o contágio da gripe entre os cães.

Assim como a doença humana, o cachorro fica gripado com facilidade, pois a transmissão é através de vírus e bactérias.

  • Não mantenha seu cachorro recluso para evitar doença, os passeios e a interação com outros animais são fundamentais para a saúde física e mental do seu bichinho;
  • Uma opção recomendada pelos veterinários é fazer a vacinação anual e ficar atento aos sintomas;
  • Visitas periódicas e checkups frequentes ajudam a manter seu animal sempre saudável.

Caso você tenha outras dúvidas, entre em contato agora mesmo com os especialistas da Alpha Conde e ajudaremos a tratar a saúde do seu pet!

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A cinomose em gatos é o nome popularmente conhecido para a panleucopenia felina. Isso porque, é bastante comum questionarmos se cinomose pega em gato, já que a doença é comum nos cachorros e altamente contagiosa.

Entretanto, apesar de muito parecidas, a doença dos gatos é outra. Os vírus são completamente diferentes, mesmo que os sintomas sejam parecidos.

Apesar disso, a panleucopenia felina, é tão perigosa quanto o vírus da cinomose em cães. A razão disso é que o vírus é bastante resistente e pode ficar ativo no ambiente por longos períodos, o que possibilita a contaminação em gatos domésticos ou não.

Cinomose em gatos: que doença é essa?

Como falamos, o nome correto da “cinomose felina” é a panleucopenia felina, doença que acomete os gatos e um vírus extremamente resistente, mesmo em grandes períodos e ambientes variados.

A panleucopenia felina é uma doença viral, conhecida como a doença dos gatos. Sua contaminação é feita por meio do ar com partículas contaminadas e expostas por outros felinos já infectados.

Além disso, secreções, urina e fezes de animais contaminados também podem transmitir a doença, principalmente para gatos que não foram devidamente vacinados.

Sintomas de cinomose em gatos

A panleucopenia felina provoca diversos problemas de saúde nos gatos. Costuma afetar o sistema gastrointestinal, respiratório e até mesmo na medula óssea. Entre os diversos sintomas do vírus, estão:

Principais sintomas da cinomose felina

  • Apatia;
  • Desidratação;
  • Febre;
  • Vômitos;
  • Diarreia;
  • Falta de apetite.

Após a infecção, um ou mais sintomas pode aparecer até mesmo depois de uma semana. E geralmente, a doença afeta gatos mais jovens (até 12 meses de idade).

É importante mencionar também que caso uma felina prenha seja contaminada, o feto pode nascer com malformações ou sequelas no sistema nervoso, como dificuldades de coordenação.

Diagnóstico de cinomose em gatos

Ao identificar qualquer um desses sintomas citados em seu gato, é fundamental procurar um médico-veterinário para um diagnóstico correto e melhor tratamento da doença.

De maneira geral, o especialista deve observar os sintomas e realizar um diagnóstico clínico. Depois, caso seja necessário, o profissional pode realizar outras formas de investigação da doença, como exames de sangue.

A partir de então é feito o tratamento indicado para a saúde do felino.

Tratamento da cinomose em gatos

Assim como no caso da cinomose canina, a doença em gatos também não há tratamento antiviral específico para a panleucopenia felina.

Então, recomenda-se o tratamento dos sintomas apresentados e suporte para fortalecer o sistema imunológico do gato, a fim de que os vírus sejam combatidos.

Entre os recursos mais utilizados, inclui a utilização de fluídos como soros para tratar a desidratação. Além disso, podemos citar os antibióticos e apoio nutricional, justamente para deixar o bichinho o mais forte possível e superar a doença.

Prevenir a cinomose em gatos: qual a melhor maneira?

Neste caso, a vacina continua sendo a melhor aliada dos felinos para a prevenção da doença. Por isso, é fundamental que, logo no começo da vida, os gatinhos estejam vacinados contra a doença e com tudo em ordem.

Atente-se também para o período correto de vacinação de filhotes e fêmeas grávidas.

E, em sequência, evite contato direto com outros gatos e locais que já tiveram felinos contaminados com a cinomose em gatos. Quanto mais protegido seu gatinho estiver nessas situações, melhor para ele.

Lembre-se também que qualquer sintoma ou alerta, procure imediatamente uma clínica veterinária de confiança para indicar o melhor tratamento e oferecer saúde para seu gato.

Que tal agendar uma visita conosco e garantir a qualidade de vida do seu felino? Esperamos por você!

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A cinomose canina é uma doença que ouvimos muito falar, principalmente nos primeiros anos de vida do cão e pode ser fatal caso não seja tratada de maneira correta.

Isso porque, o vírus da cinomose é altamente contagioso e resistente, pois sobrevive por longos períodos em diversos ambientes, secos ou frios.

O que é cinomose canina?

A cinomose canina pode ser descrita como uma doença de cachorro altamente infectocontagiosa. Isto é, causada pelo vírus CDV (Canine Distemper Virus) que acomete, principalmente, filhotes em período de vacinação. Além de cães mais idosos que não foram corretamente vacinados.

Transmissão da cinomose

A transmissão da cinomose em cães pode ser pelo ar ou pelo contato direto com animais que já estão com a doença. Além disso, objetos como brinquedos e tecidos de animais contaminados também podem transmitir a cinomose.

Inclusive, vale citar que alguns cães podem contrair a doença, mas sem sintomas e, com isso, também transmiti-la para outros animais.

Por isso, é preciso se atentar aos primeiros sinais da cinomose, mesmo que esta possa passar despercebida nos primeiros momentos da doença.

Mudança de comportamento do cachorro

Qualquer alteração da personalidade do cãozinho é um sinal de alerta para verificar a possibilidade da cinomose canina, principalmente nos primeiros meses de idade.

A explicação dos especialistas é que no período de 3 a 6 meses, os cachorros estão mais expostos, com imunidade baixa, pois perdem a imunidade materna que os auxilia até esse período de vida.

Sintomas da cinomose canina

A cinomose pode ter diversos sintomas, porque a doença viral acomete o sistema gastrointestinal, respiratório e nervoso.

Entretanto, o cão pode não apresentar todos os sintomas da cinomose. Porém, o mais comum é a piora do sistema digestivo e, caso não aconteça o tratamento imediato, a doença pode evoluir para outras partes do corpo. Portanto, fique alerta!

Sistema gastrointestinal

  • Perda de apetite;
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Febre.

Sistema respiratório

  • Corrimento ocular e nasal;
  • Tosse.

Sistema nervoso

  • Tremedeira;
  • Falta de coordenação motora;
  • Não consegue ficar em pé;
  • Convulsões;
  • Tiques nervosos.

Diagnóstico da cinomose

Caso seu amigo apresente alguns desses sintomas, saiba que é importante o diagnóstico especializado do médico-veterinário o quanto antes para não deixar que a doença evolua.

Então, o especialista deverá avaliar todos os sinais clínicos e caso necessário, solicitar exames específicos, como o de sangue, para constatar a doença presente no organismo do pet. Assim, o melhor tratamento será colocado em prática.

Cinomose é uma doença que tem cura?

Mas não se preocupe, apesar de grave, com taxa de sobrevivência de 15% apenas, a cinomose tem cura, sim. O tratamento adequado pode fazer com que seu cão viva por muitos longos anos.

Vale mencionar que em alguns casos de sobrevivência, o cãozinho pode ficar com algumas sequelas da doença, como alguns tiques nervosos, dificuldades para andar e outros sintomas.

Tratamento para cinomose

Como falamos, a cinomose tem cura. Entretanto, não existe uma vacina ou remédio específico para o tratamento da cinomose.

Para isso, ao levar o cão ao médico veterinário, o especialista deverá tratar os sintomas que o animal apresenta no momento, para evitar problemas e novos sintomas ao bichinho. Como soro, antibióticos e suplementos para garantir o fortalecimento do animal.

Com isso, é possível que o animal fortaleça seu sistema imunológico, combatendo o vírus de maneira mais eficiente.

Mesmo assim, é preciso atenção, dedicação e paciência, já que a cinomose canina é uma doença que debilita e pode ser fatal.

Como prevenir a cinomose?

Para prevenir a cinomose canina, o primeiro e mais importante dos passos é manter todas as vacinas em dia (V8 e V10), principalmente nos primeiros dias de vida do cão.

Ainda enquanto filhote, manter o cachorro longe de locais públicos abertos no período de 21 dias após as vacinações.

Além disso, é importante evitar também qualquer tipo de contato com animais infectados ou locais que já receberam cães com a doença, pois qualquer objeto pode fazer com que seu amigo também contraia a cinomose canina. E não queremos isso, de jeito nenhum, certo?

Portanto, ao apresentarem sintomas da doença, corra até sua clínica veterinária de confiança e garanta a saúde e qualidade de vida do seu pet.

Caso você tenha mais dúvidas e queira agendar uma visita à Alpha Conde, nossos profissionais estão preparados para receber seu amigo.

Fale conosco!

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Para alguns, a aparência do cachorro obeso torna-se fofa e engraçada, mas o excesso de gordura pode estar associado à diferentes tipos de doenças e prejudicar o bem-estar do animal.

Assim como em humanos a obesidade também é muito prejudicial aos cães. Ela pode ocasionar diabetes, hipertensão, artrite, artrose, entre outras doenças. Além disso, o cachorro pode sofrer com pressão no pulmão, rim, coração, bem como desenvolver problemas respiratórios.

Rotina de exercícios para os cães obesos

A atividade física é um eficiente meio para ajudar o cachorro obeso a chegar ao peso ideal. Não deixá-lo apenas dentro de casa contribui para um estilo de vida muito mais ativo e saudável.

Para que os exercícios sejam os ideais para o seu animal de estimação, lembre-se de levá-lo ao médico veterinário para que ele possa alinhar a alimentação e a atividade física.

Peso ideal para cada porte de cachorro

É muito importante saber que cada raça de cachorro possui características próprias que também contribuem para o desenvolvimento da obesidade. Isso acontece porque o fator genético afeta diretamente o organismo do animal. Por esse motivo é tão importante realizar um acompanhamento com um veterinário.

O médico veterinário consegue avaliar a idade, sexo, histórico de castração, entre outros fatores que contribuem com a obesidade canina.

Um dos meios de se avaliar se o cão é obeso é por meio do Escore de Condição Corporal (ECC), que identifica se o peso do animal está adequado.

A tabela abaixo identifica 5 raças que desenvolvem a obesidade de uma forma mais fácil que outras. Nas segundas e terceiras colunas, apontamos o peso ideal para machos e fêmeas.

Peso ideal para 5 raças de cachorro com tendência à obesidade

Raça

Macho (Kg)Fêmea (Kg)

Basset Hound

29 – 34

22 – 29

Chihuahua

0,9 – 2,7

0,9 – 2,7

Cocker Spaniel

11 -13

9 -11

Golden Retrivier

29 – 34

25 – 29

Schnauzer Miniatura7 – 8

5 – 7

Fonte: UFG

Ração para o cachorro obeso

O mercado de produtos alimentícios para cães evoluiu e já investe em rações apropriadas para os animais que estão acima do peso ideal.

Na hora de escolher a marca da ração, leve em consideração:

  • A quantidade de proteína (importante para a massa muscular do animal);
  • Balanceamento dos nutrientes como vitaminas e os minerais.

Para que a qualidade supra as necessidades do cachorro sem que ele ganhe peso, o ideal é seguir as recomendações do veterinário para que o bichinho possa ter uma dieta equilibrada.

Agende uma consulta com o veterinário! 

 

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Aprender a como cuidar de filhotes de cachorro é importante para oferecer a ele um ambiente agradável e que o permita se desenvolver com qualidade de vida.

Ter um novo cãozinho em casa muda a rotina dos moradores e exige alguns cuidados, mas com as dicas certas será uma experiência muito mais divertida e feliz. 

Como cuidar de filhotes de cachorro: preparação

Os cuidados com filhotes de cachorro começam antes da chegada do peludinho e são muito importantes para facilitar a adaptação do animal e tornar a experiência mais agradável para toda a família.

Uma passadinha ao pet shop é essencial para montar um ambiente aconchegante  e completo para o cachorro novo.

Lista de Itens para cachorros

Confira a lista básica de itens para receber filhotes de cachorro:

– Cama, almofada ou casinha;

– Caixa de transporte;

– Potes para água e comida;

– Tapetes higiênicos;

– Produtos neutralizadores de odor;

– Brinquedos variados;

– Coleira com plaquinha de identificação e guia.

Clínica veterinária

Antes de levar o cãozinho para casa, faça uma visita ao médico veterinário. Apenas um profissional capacitado poderá avaliar a saúde do animal, orientar sobre castração e outros cuidados.

Aproveite para vacinar seu cãozinho e protegê-lo de doenças graves, como parvovirose, cinomose e leptospirose.

Vacinação do cachorro

Um dos principais cuidados com filhotes é a vacinação, que consiste na aplicação de:

  • 3 doses da vacina V1;
  • 1 dose única da vacina antirrábica.

Além disso, os cães com mais de 1 ano, devem ser vacinados anualmente com a V10 e a antirrábica. Converse com seu veterinário de confiança sobre a utilização de vermífugos, antipulgas, entre outros medicamentos.

Hora de dormir

Invista em um cantinho aconchegante para o sono, coisa que os filhotes de cachorro fazem durante grande parte do dia.

Você pode optar por almofadas, tocas ou camas, o importante é o cãozinho saber onde é o lugar certo de dormir.

Aproveite o momento para apresentar a caixa de transporte, deixando-a aberta no local escolhido para o repouso do bichinho. Animais adaptados à caixa de transporte poupam muito trabalho na hora de ir ao veterinário ou viajar.

Nas primeiras noites, filhotes de cães podem ficar assustados, pois não conhecem a casa e a nova família. Deixá-los dormir no quarto em sua casinha ou caixa de transporte é uma forma bastante eficaz de reduzir o estresse e evitar choros.

Em alguns dias, procure levar o animal aos poucos para dormir no local que você definir como ideal. Fazer essa adaptação aos poucos evita estresse para o cãozinho e para a família.

Alimentação

Outra dúvida muito comum é como alimentar o filhote de cachorro de 30 dias ou pouco mais. A alimentação também é muito importante para o desenvolvimento e precisa ser feita com alimentos de qualidade e desenvolvidas para filhotes.

Verifique sempre com seu médico veterinário se a ração é adequada para idade do seu animal de estimação. Siga as orientações da embalagem para dar a quantidade certa e evite dar outros alimentos ou exagerar nos petiscos.  

Se sua dúvida é como cuidar de cachorro recém-nascido, a visita ao veterinário é ainda mais importante. Eles são extremamente frágeis e precisam dos cuidados certos para se desenvolverem bem. Alguns cuidados são importantes, como não oferecer leite para cachorro recém-nascido. Existes fórmulas especiais para essas situações, que devem ser prescritas por um profissional.

Agora que você já sabe como alimentar filhotes de cachorro, que tal aprender algumas dicas para a hora do xixi.

Higiene e adestramento

Uma das dúvidas mais comuns, quando o assunto é como cuidar de filhotes de cachorro, é a hora do xixi. Filhotes não podem sair na rua até a autorização do médico veterinário, que normalmente acontece após a última dose de vacina, então o jeito é ensiná-lo a usar o tapete higiênico.

A dica é espalhar vários tapetes higiênicos pela casa, aumentando a chance de acertos. Sempre que o filhote usar o tapete, deve receber um pedaço pequeno de petisco e carinho, quando errar nada deve ser feito. Repreender pode confundir o cachorro, prefira retirá-lo do local e limpar sem ele ver. Com o tempo, vá reduzindo o número de tapetes.

Além do xixi, a hora do banho é importante para a higiene e os cuidados com cachorro filhote. Use sempre produtos indicados pelo seu médico veterinário, mantenha a higiene dos ouvidos e certifique-se que o pelo está completamente seco para evitar alergias e desenvolvimento de doenças.

Hora da brincadeira

Cuidar de cachorro é a maior diversão, pois os brinquedos estão diretamente relacionados com o adestramento, o exercício e o alívio do estresse. Invista em brinquedos diferentes para ampliar as experiências e distrair seu bichinho.

Uma ótima opção para desenvolver a coordenação, estimular o raciocínio e distrair, é o grupo de brinquedos que dispensam alimentos. Bolinhas, ossos e pelúcias são outras opções que os cães adoram.

Agora que você já sabe como cuidar de filhotes de cachorro, divirta-se! 

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Saber como cuidar de gato tem uma grande procura, pois os donos de animais de estimação desejam oferecer qualidade de vida a eles, e não ter problemas com a saúde do animal por falta de informação. 

Vamos te explicar os cuidados que os gatos precisam, e que são bem diferentes das que as pessoas têm com os cães.

Entenda as Características dos gatos

Sabemos que os gatos gostam de ficar sozinhos. No entanto, isso não significa que eles não tenham afeto por seus donos, apenas possuem um comportamento mais autônomos, e respeitar esse espaço é importante para que os gatos se sintam confortáveis.

A adoção de um novo membro da família pode acontecer logo após o nascimento ou quando ele já cresceu. Cada fase da vida do bichinho exige saber como cuidar bem dele.

Como Cuidar de Gato recém-nascido e de filhotes

 

Os primeiros dias com o gato exigem cuidado redobrado, pois depois que ele nasce o sistema imunológico ainda está em formação.

Nos primeiros dois meses de vida, tudo que ele precisa é do leite e da mãe para se desenvolver. Qualquer introdução de água, ração, entre outros alimentos devem seguir as recomendações de um veterinário da sua confiança.

Castração do gato

Alguns donos sentem receio de castrar seus gatos, mas o procedimento é seguro, com boa recuperação e melhora a expectativa de vida do animal e  o como cuidar de gato fica mais tranquilo, pois reduz os efeitos negativos do cio.

Em média, entre 4 e 5 meses de vida, o animal já está apto a passar pelo procedimento. Se você adotou um gatinho ou uma gatinha já na fase adulta, procure um profissional para realizar a castração.

Vacinação e medicamentos

Outra preocupação é com relação à vacinação que o gato deve ter.  As primeiras vacinas são dadas a partir dos 2 meses.

Para que você possa entender quais são e em quais períodos, fizemos esse breve calendário.

Vale ressaltar que até que o seu pet esteja vacinado, ele precisa ficar em casa e sem ter contato com outros bichos para evitar contaminações.

protocolo de vacinação de gato

 

Observação: 

Animais negativos para FELV e que tem acesso a rua, contato com outros gatos pelo quintal, ou que possuem contactantes positivos para FELV, deverão iniciar protocolo de vacinação com quíntupla felina.

Cuidados com os gatos jovens

Tanto os filhotes quanto os gatos mais jovens estão aprendendo a conviver dentro de uma casa com humanos, por isso é importante ter paciência e aprender a como cuidar de gato nessa fase. 

Eles estão aprendendo a fazer suas necessidades fisiológicas na caixa de areia (e isso demanda tempo), além de ser importante deixar o alimento apropriado ao animal e água filtrada.

Estimule brincadeiras que eles possam saltar, correr, pular e escalar.

Cuidados com as unhas

O ideal é que você compre no Pet Shop um arranhador de unhas para que o gato possa afiá-las. Quando as unhas ficarem muito longas, agende uma visita ao veterinário para cortá-las.

Os gatos adoram os arranhadores, encontre o tipo ideal para seu gatinho.

Gatos adultos e idosos

Depois que os bichinhos já se desenvolveram é comum que eles comecem a perder a energia e queiram ficar mais deitados e dormindo. Compreenda esse processo de amadurecimento do animal e preze pela qualidade de vida dele.

Não exija mais que ele possa fazer. Dê o máximo de carinho e respeito.

Hora do banho

Eles já gostam de lamber os próprios corpos para higienizá-los. No entanto, o banho mais caprichado deve ser feito com moderação e com cuidado. Além disso, animais com pelos mais longos precisam ser escovados para evitar excesso no estômago.

Caminha para o gato

Aqui há uma outra diferença entre cães e gatos. Os cachorros se adaptam bem em casinhas do lado de fora da casa e os gatos preferem as caminhas em locais fechados.

Lembre-se de que a escolha precisa oferecer conforto para o descanso dos bichinhos.

Leia também:

Como cuidar de filhotes de cachorro: Dicas sobre tudo que você precisa saber

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Deixar de tosar ou não o seu animal de estimação é uma escolha muito baseada em gostos pessoais e o que acreditamos que é o melhor para a saúde dos bichinhos. Entretanto a tosa canina está rodeada de mitos e verdades.

E muitas dessas histórias geram grandes dúvidas no público não especializado. Hoje vamos esclarecer alguns dos mitos mais famosos sobre a tosa

Os mitos e verdades sobre tosa canina

Conforme as temperaturas vão esquentando e o verão se aproximando nós escolhemos roupas frescas e penteados que impeça a retenção de calor. E nós procuramos o mesmo para nosso bichinhos com a tosa.

Mas são diferentes histórias que escutamos sobre o assunto e no final sempre sobra aquela pergunta simples. A tosa resolve esse problema realmente ou é só imaginação ?

Para que as coisas fiquem mais claras em relação a tosa, vamos explicar alguns mitos e verdades.

Tosa canina faz o pêlo crescer mais rápido

Não exatamente, a tosa sim pode proporcionar aos novos pêlos mais brilho e força, mas isso não quer dizer que seu crescimento é acelerado. O pêlo continua a crescer da mesma forma independente da tosa ou não.

Tosar é só para o verão

Mito. Apesar do que possa parecer a tosa pode ser feita tanto no verão quanto no inverno, a única diferença é a quantidade de pelos que serão cortados. Os cães com raças de pêlo comprido costumam ter mais necessidades de tosa inclusive no inverno.

Os pelos longos são mais propensos a nós e exigem cuidados redobrados, por isso muitos mantém os pelos dos cachorros tosados pelo ano inteiro.

A tosa vai aliviar todo o calor que seu bichinho sente

Mito. Tosar seu cachorro não será a única coisa que você pode fazer para aliviar o calor que ele sente no verão. Pode sim ajudar mas não é o suficiente. 

Afinal é preciso lembrar que os pelos são os isolantes térmicos dos pets e ao decidir tosá-lo tenha certeza da necessidade.  Mas para garantir que seu bichinho vai passar o verão bem mantenha sempre água fresca disponível e um ambiente bem ventilado. 

Tosa higiênica é necessária 

Verdade. A tosa higiênica é de extrema importância para a saúde dos cachorros. Principalmente aqueles com pelos longos, como shih-tzu, maltês, poodle, lhasa apso, collie entre outros.

Para essas raças além da estética relacionada com os pelos na região intima. A tosa permite que os pelos das patas sejam retirados e evita que os cachorros escorreguem ao caminhar, além de permitir que o pelo não deixe acumular a sujeira nessa área tão sensível.

Outro ponto que devemos comentar sobre é que a tosa deve ser feita por profissionais. Não existem motivos para que você não faça em casa mas para um resultado ideal procure um lugar especializado como o Centro Veterinário Alpha Conde.

Onde os profissionais são mais que treinados para diferentes tipos de tosa com a mais alta qualidade. Entre em contato conosco e marque uma hora para tosar seu bichinho.

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Os problemas de pele talvez sejam os que mais afetam a vida dos bichinhos de estimação. E manter um acompanhamento com dermatologia veterinária é a melhor forma de prevenção.

Existem diferentes problemas e causas que podem afetar a pele de bichinhos. E assim como nós que fazemos acompanhamento, é importante que eles também façam, assim podemos proporcionar uma qualidade de vida melhor para eles.

Os principais problemas cuidados pela dermatologia veterinária

Os problemas de pele que afetam os animais domésticos quando não tratados da forma correta podem levar a consequências mais graves, por isso é de extrema importância um acompanhamento dermatológico básico.

É graças a dermatologia veterinária que temos opções de tratamento e prevenção das doenças de pele.  

Diferentes tipos de alergia

As alergias são os maiores causadores dos problemas de pele, sendo sua causa encontrada em diversos tipos de origem.  Desde situações envolvendo agentes encontrados no ar e ambiente que o animal vive até questões alimentícias.

Os agentes causadores de alergia encontrados no ar são os ácaros, pólen e bolores. Já os origens alimentícias não é possível listar os principais causadores, as reações variam de animal para animal. Para esses casos são recomendadas uma mudança completa na dieta e muita observação.

Alguns casos de alergias são causados pela picada de ectoparasitas, damos o nome de DAPE (dermatite alérgica por picada de ectoparasitas). Esse processo ocorre com o animal que é mordido por pulgas, carrapatos ou qualquer outro parasita comum.

As dermatites causadas por escabiose também são muito comum, e diferentes das outras pode ser transmitida para seres humanos.

Alergias sem causas aparentes – alopecia

A alopecia é uma espécie de distúrbio na pele dos animais que causa queda de pelo em pontos específicos. Ela é um problema que não tem aparente causa, sendo que a alopecia pode levar a outros distúrbios ou ela mesmo ser o problema maior.

Em caso de queda fora dos períodos normais – inverno e outono – em grandes quantidades, procure imediatamente um serviço dermatológico.

Alergia por fungo

Provocada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose costuma atingir mais o gatos e é transmitida por arranhões e mordidas de animais ou plantas infectadas. Esse tipo de alergia afeta não só a pele mas também pode atingir o sistema linfático e respiratório.

Fique atento para feridas que apresentem pus e que não curam de forma alguma. A esporotricose quanto antes for tratada melhor para vida do seu bichinho.

A palavra-chave é certamente observação. Fique de olho em qualquer alteração de comportamento comum ou excesso de coceira. A maioria dos problemas possuem cura ou tratamento capazes de proporcionar uma vida muito mais confortável.

Não deixe para depois os cuidados com a dermatologia veterinário de qualidade e confiança. Procure o centro veterinário Alpha Conde e marque uma consulta para seu bichinho de estimação.

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É inegável que os bichinhos de estimação estão cada vez mais presentes na vida das casas, e não só como pets, mas como parte importante da família. Uma forma de garantir uma proteção extra para os bichinhos o microchip é colocado.

Para os donos de animais de estimação esse termo já não deve ser tão desconhecido e mesmo que você tenha um leve conhecimento sobre o assunto, vamos te explicar de forma melhor.

O que é um microchip ?

O microchip é um pequeno dispositivo de identificação eletrônica contendo todas as informações mais relevantes sobre o animal.  Seu tamanho é o que equivale um grão de arroz.

Para segurança da saúde dos animais, o microchip é envolto em uma cápsula de vidro biocompatível.

Como implantar o microchip no seu animal ?

Somente um veterinário pode realizar o processo. Apesar da necessidade de um especialista, o processo é simples, rápido e praticamente indolor.

O chip é colocado um pouco abaixo da nuca do animal e com auxílio de um injetor ele é empurrado através da pele. O dispositivo fica invisível a olho nu e depois de implantado dura uma vida inteira.

Sim, ele não possui data de validade e as informações nele contidas não se perdem com o tempo.

A recomendação para implantação do chip é a partir do segundo mês de vida do bichinho, depois disso em qualquer momento ou idade o microchip pode ser colocado.

Quais informações estão no microchip ?

As informações que estarão contidas no chip são coisas básicas para identificação do animal e dono.

As informações básicas cadastradas no banco de dados online são:

  • Nome completo do dono; números de telefone; endereço tanto comercial quanto residencial;
  • Cor da pelagem do animal; raça; nome do bichinho; características individuais que possam facilitar uma identificação.

Por que devo implantar o microchip ?

O principal motivo é segurança. A qualquer momento estamos suscetíveis a acidentes, como seu animal de estimação se perder, fugir ou até mesmo ser roubado.

Só a ideia já pode ser desesperadora, mas o microchip pode fazer toda a diferença nessa situação. Os dados ficam armazenados em um banco de dados que pode ser acessado por veterinários, abrigos e órgãos públicos.

Sendo ele identificado a chance de você reaver seu animal é muito maior do que aqueles que não passaram pela microchipagem.

Caso queira viajar para o exterior e levar seu pet, ele obrigatoriamente deve estar microchipado para que ele possa seguir em viagem.

O centro veterinário Alpha Conde realiza todo o processo de microchipagem com materiais certificados, tanto nacionalmente quanto internacionalmente.

Para certificar e garantir total segurança daquele que tornou-se membro da sua família, entre em contato conosco e faça o agendamento desse processo tão importante.

 

 

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Considerado um método alternativo a homeopatia animal não possui nenhuma contraindicação por ser um tratamento sem efeitos colaterais.  Dessa forma os animais que não correspondem aos métodos tradicionais são direcionados a homeopatia.

É um tratamento com um período de duração um pouco maior que o método de alopatia. Entretanto seus resultados não menos eficazes e ainda são mais seguros para a saúde.

Os principais benefícios da homeopatia animal

Uma das principais características da homeopatia animal é a individualidade do produto.  O remédio homeopático é formulado de acordo com a necessidade e características específicas do animal e por isso só pode ser usado com ele.

A diferença crucial do remédio homeopático para o alopático é como ele age no corpo do bichinho.  O alopático trata o órgão ou doença específica já o homeopático tem a função de tratar o organismo como um todo.

A homeopatia animal também é o método mais recomendado para tratamentos de problema crônicos.  Por não terem efeitos o tratamento homeopático é menos agressivo para o organismo.

Outro benefício da homeopatia animal é a facilidade em oferecer a medicação.  Os remédios homeopáticos podem ser administrados em gotas ou em pequenas bolinhas conhecidas como “bolinhas de açúcar”.

A homeopatia serve não somente para doenças, mas também pode ajudar com problemas de comportamento animal.  Cachorros que se assustam facilmente com barulhos, aqueles que são muito nervosos e são mais propensos a atacar são passíveis de tratamento homeopático.

Homeopatia animal possui contraindicações?

Como já falamos anteriormente, é uma forma de medicação sem efeitos colaterais o que elimina a grande maioria dos riscos com contraindicação.

Além disso a homeopatia é um tratamento natural, sendo assim um método sem contraindicações.

Mas a melhor forma de garantir que seu bichinho pode ser tratado com homeopatia animal é consultar um profissional formado na área.  Ele irá indicar se seu bichinho está apto para o tratamento como também escolher a melhor fórmula.

A opinião de um especialista nunca pode ser descartada, ninguém melhor que ele para saber o que é ideal para cada animalzinho doméstico. Sempre busque profissionais de confiança e que são bem recomendados.

A Alpha Conde conta com equipes veterinárias da mais alta confiança e profissionalismo e os equipamentos mais modernos para garantir a precisão em nossos tratamentos.  Para conhecer mais sobre a homeopatia entre em contato conosco pelo formulário disponível aqui.

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O diagnóstico por imagem para animais domésticos é uma importante ferramenta para identificar as reais condições de saúde dos animais domésticos.

Ter o apoio desse tipo de equipamento dentro de uma clínica veterinária é capaz de prevenir e tratar diferentes doenças dos animais de estimação.

Leia também: “Dermatologia animal previne e trata doenças de pele em cães”

No artigo de hoje, vamos conhecer os serviços de radiologia, ultrassonografia e ecocardiologia com os benefícios que cada um traz aos pets.

Diagnóstico por imagem para animais domésticos: radiologia

O serviço de radiologia para animais é um dos mais solicitados para avaliar:

  • A cavidade torácica;
  • Silhueta cardíaca;
  • Campos pulmonares;
  • Coluna vertebral;
  • Sistema urogenital;
  • Avaliação do esôfago.

É através da radiologia veterinária que as radiações ionizantes e não ionizantes atuam para realizar o diagnóstico e terapia de patologias do animal.

Ultrassonografia veterinária

A ultrassonografia veterinária tem como função obter um diagnóstico por imagem das condições internas dos animais.

Engana-se quem pensa que o ultrassom é utilizado apenas para o acompanhamento de gestação das fêmeas. Ele pode ser aplicado para identificar a causa da perda de peso, de apetite, vômitos, diarreias etc.

Todas as informações coletadas são cruciais para determinar se há ou não a necessidade em realizar uma cirurgia, biópsias, entre outros procedimentos.

Ecocardiologia em animais domésticos

A ecocardiologia é outro instrumento do diagnóstico por imagem que não é invasivo. O principal objetivo é obter uma avaliação sobre a anatomia e funcionalidade do coração.

É um procedimento que permite o acompanhamento em tempo real de todas as atividades desse importante órgão.

Onde realizar exames de diagnóstico por imagens

A Alpha Conde é um centro veterinário que atua com as melhores tecnologias voltadas a promover mais saúde e bem-estar aos animais.

Todos nossos veterinários são capacitados a atender com primazia todos os casos que recebemos em nossas instalações.

Cuide bem daquele que traz tanta alegria ao seu dia-a-dia. Entre em contato conosco e agende seu atendimento.

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A aquisição de uma caminha para cachorro faz parte da representação do amor que o dono tem pelo animal, pois ele necessita de um local em que se sinta seguro e confortável.

Para que seja possível escolher uma caminha que seja compatível com seu animal de estimação é necessário ter a preocupação em analisar alguns fatores.

Neste artigo, vamos dá dicas de como realizar uma escolha assertiva com base em dois fatores:

  • Porte do animal x caminha para cachorro.
  • Matéria-prima escolhida.

A caminha para cachorro deve respeitar como o animal deita

Algumas pessoas comparam o tamanho da cama com o tamanho do animal e acreditam que é o suficiente para levar para casa um produto confortável para o animal. No entanto, você precisa analisar como ele se deita para escolher a melhor cama.

Quando seu cachorro tem o hábito de deitar e ficar encolhido, a melhor aposta é investir em caminhas redondas ou quadradas. Já se ele gosta mesmo é de ficar todo esticado, invista sem medo em caminhas retangulares para cachorros.

Região em que mora

Em regiões mais frias, as caminhas do tipo iglus são mais adequadas, pois tendem a ser mais quentes. Quando a região for mais quente, as caminhas podem ser redondas, quadradas ou retangulares.

Matéria-prima utilizada

O mercado de pet shop vive inovando e trazendo uma infinidade de opções. As matérias-primas utilizadas para fabricar as caminhas devem ser atóxicas, resistentes e que sejam acolchoadas.

Há animais que dormem dentro das casas, o que facilita o uso de caminhas de tecido. Já para os cães que dormem fora, há a necessidade de oferecer abrigo contra chuva, vento e sol.

A Alpha Conde atua no segmento de cuidados para animais domésticos há mais de 15 anos. Com o intuito de oferecer comodidade e os melhores produtos aos nossos clientes e amigos, oferecemos uma estrutura de alto padrão em nossa clínica veterinária com pet shop em Alphaville.

Venha conhecer nossa infraestrutura.

 

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A dermatologia animal é uma grande aliada para que cães possam ficar livres de doenças de pele. Para que ela seja realizada tanto na prevenção quanto no tratamento é necessário investir em consultas com profissionais especializados.

O hábito da automedicação é tratado como normal pelas pessoas. Ao identificar alguma mudança na pele de seus animais de estimação, há pessoas que tentam resolver com soluções caseiras ou indicações. No entanto, no anseio de ajudar, os proprietários de animais domésticos acabam prejudicando a saúde de seus pets.

Um ponto que deve ser ressaltado é o de que muitas doenças dermatológicas não são fáceis de ser identificadas. O médico veterinário especializado em dermatologia animal é o profissional mais indicado para realizar uma série de exames, identificar qual é o problema e realizar os efetivos tratamentos para proporcionar qualidade de vida aos animais.

Infecções por picada de ectoparasitas devem ser tratadas pela dermatologia animal

Os cães têm grandes chances de sofrerem com doenças de pele, e algumas se tornaram comuns como as causadas por ectoparasitas. Infelizmente por ter uma alta frequência, alguns donos não se preocupam em levar seus animais de estimação ao veterinário e tentar sanar o problema com remédios de casas de rações. O problema é que “eliminar” o parasita não é garantia de que os cães estarão com a pele saudável.

Os ectoparasitas são seres vivos que se instalam no corpo dos cachorros (como carrapatos e pulgas) e que causam doenças como as de pele. Através da picada desses parasitas, o animal pode ter infecções, dermatites e muita coceira que causam irritação e estresse aos bichos.

O tratamento dermatológico para animais contribui para livrar os animais de doenças de pele e fazem com que eles possam ter mais qualidade de vida.

Busque os melhores tratamentos de dermatologia animal na região de Alphaville com os profissionais especializados do Centro veterinário Alpha Conde. Disponibilizamos o que há de  mais moderno e tecnológico para garantir a eficiência dos nossos processos.

Para mais informações, preencha o formulário disponível aqui.

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O envelhecimento em cães pode causar perdas significativas em coordenação motora. A fisioterapia animal chega como mais um dos recursos que promove bem-estar aos bichos idosos. Através dela, há um constante investimento em estímulos que proporcionam alívio e mais qualidade de vida.
Os estudos sobre fisioterapia animal começaram com base na fisioterapia utilizada em humanos. Com os avanços em pesquisas e aplicações, determinou-se um veterinário especialista nessa área para garantir as reais melhoras em animais debilitados por causa da ação do tempo, doenças, lesões ortopédicas, pós-operatórios etc.
Neste artigo, vamos destacar a fisioterapia animal direcionada aos cães idosos.

Fisioterapia animal para aumento da expectativa de vida de cães idosos

Pesquisas revelam que a grande maioria das pessoas prefere levar para suas casas cães filhotes. No entanto, a tendência é que os mesmos animais que chegaram com poucos meses de vida cheguem à velhice depois dos 8 anos. É nessa fase que muitos cachorros passam a apresentar problemas de saúde com mais frequência. Cuidar deles é um ato de amor ao animal que está no convívio familiar há tantos anos.
A fisioterapia animal é uma excelente aposta para aumentar a expectativa de vida dos animais de estimação, pois promove significativos alívios às dores, previne o surgimento de outros problemas que afetam o físico do animal e garante uma vida melhor aos cães idosos.

Tratamento de doenças

A velhice dos cães pode ocasionar doenças ortopédicas, dores agudas, entre outros problemas. O uso de equipamentos específicos para cada caso, alinhado aos exercícios terapêuticos promovidos pela fisioterapia animal contribui para que a coordenação motora do pet seja melhorada a cada série realizada.

Melhora a disposição do animal

O animal idoso tende a ficar menos disposto como a não querer mais brincar como antes, a não correr e ficar mais deitado. Quando ele recebe o tratamento adequado com as técnicas fisioterápicas indicadas, passa a ser mais autônomo e recupera a sua independência. Tanto os donos quanto os próprios animais percebem como esse investimento promove muito mais qualidade de vida. A fisioterapia garante gratas melhoras aos animais domésticos.
Para saber mais sobre a fisioterapia animal oferecida pela Alpha Conde, clique aqui.

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A acupuntura veterinária tem se tornado cada vez mais popular aos donos de animais domésticos que querem proporcionar mais qualidade de vida aos seus bichos de estimação. A técnica é uma modalidade de terapia que tem como objetivo proporcionar uma energia vital mais equilibrada.
Algumas pessoas tende a ter receio em usar agulhas em animais domésticos por acreditar que pode causar dor. No entanto, os profissionais capacitados sabem como realizar a acupuntura em pontos estratégicos para tratar as doenças diagnosticadas no animal e sem que haja dores, pelo contrário, o objetivo é de saná-las. Em algumas partes do corpo do animal, como as próximas aos ossos, são mais sensíveis e devem ter uma atenção redobrada para não irritar o animal durante o tratamento, por isso é tão importante realizar o procedimento com um profissional.

Acupuntura veterinária trata discopatias

A discopatia é uma lesão que surge na coluna do animal e é responsável por causar dores que chegam a ser insuportáveis. O não tratamento pode ocasionar paralisia, incontinência urinária, alterar o sistema nervoso e diminuir a sensibilidade.
Um dos meios mais bem sucedidos para tratar as discopatias é a acupuntura veterinária, que atinge diretamente onde o animal está com dor. Por ser uma terapia da medicina alternativa, deve ser realizada apenas por profissionais capacitados.

Melhora o comportamento dos animais

Alguns animais podem desenvolver crises de ansiedade, agressividade, entre outras mudanças de comportamento. Após analisar outros fatores que geraram esses tipos de distúrbios é possível realizar um tratamento pontual com acupuntura veterinária. A cada seção, já é notável a melhora no comportamento dos animais.

Contribui com uma respiração mais adequada

Os problemas respiratórios são comuns também aos animais. Um deles é a asma, que gera dificuldades respiratórias acompanhadas por tosses secas, chiados, entre outros sintomas. A acupuntura veterinária é responsável por proporcionar um tratamento muito eficiente para esses casos. Através dela, os animais conseguem ter significativas melhoras para respirar.
Para saber mais sobre essas e outras vantagens da acupuntura para animais, entre em contato com a Alpha Conde. Temos profissionais capacitados em oferecer as melhores orientações e excelentes tratamentos com essa técnica.

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Muito comum nos gatos com idade avançada, a Lesão Reabsortiva Odontoclástica de Felinos (LROF), também conhecida como reabsorção dentária, é uma enfermidade grave e muito temida pelos tutores de felinos. Essa doença é caracterizada pela destruição dos dentes, provocada pelo próprio organismo, sem uma causa definida.

Principais sintomas da LROF

Geralmente, os gatos acometidos pela LROF sofrem muito com a reabsorção dental e apresentam inflamação ou inchaço na gengiva ao redor do dente afetado, excesso de salivação, dificuldade de mastigação, falta de apetite, halitose, lesões e, no estágio mais avançado, a perda dos dentes; ou podem simplesmente não apresentar qualquer desses sintomas. A doença se manifesta inicialmente na gengiva, afetando posteriormente a raiz e a coroa dos dentes, ocasionando o surgimento de uma lesão (buraco) na parte interna ou externa.

Uma das melhores formas de identificar a afecção é observar se o gato tem dificuldade, se recusa ou sente dor ao se alimentar. Diante desses sintomas é importante atentar-se ao diagnóstico, pois a LROF é facilmente confundida com a cárie de felinos e pode levar tanto à desnutrição como à morte. Ainda que se mantenha a higiene bucal diária do seu pet, é importante realizar visitas ao dentista veterinário periodicamente, para análise clínica.

De causas e diagnósticos ainda desconhecidos em todo o mundo, atrás apenas da doença periodontal, a LROF é a doença mais comum em felinos e pode afetar quase toda a população mundial da espécie, comprometendo desde a reabsorção do esmalte até toda a estrutura dentária, sem conhecimento de um tratamento eficaz.

Uma vez que a prevenção seja a melhor ação contra quaisquer tipo de doenças, ainda não se chegou a uma conclusão sobre o melhor método preventivo contra LROF, que tem acometido até mesmo os animais com excelente saúde bucal e os que foram submetidos à exodontia. Trata-se, no entanto, de um processo degenerativo que pode progredir de forma indeterminada (do primeiro ao quinto estágio) ou estagnar após afetar algum ponto da cavidade bucal.

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Além de ser motivo de preocupação para os tutores, a queda de pelo dos cães também se torna muito desagradável quando tapetes, roupas e ambientes passam a ficar repletos de pelos. Mas para resolver esse problema é importante saber quais são suas principais causas.

Algumas raças já possuem naturalmente maior predisposição à queda de pelos, mas, além disso, existem alguns fatores externos que interferem diretamente no aspecto da pelagem do animal e se evitados podem diminuir significativamente e até mesmo acabar com a queda de pelos.

A culpa pode ser da ração

Alguns tipos de ração podem apresentar uma quantidade de nutrientes abaixo da que o pet precisa ingerir. A alimentação também pode apresentar baixo índice de água ou ingredientes que causem alergia ou intolerância, acarretando desidratação e, consequentemente, a queda dos pelos. Nesse caso, são recomendadas rações mais úmidas, com ingredientes naturais, valor nutricional equilibrado e sem adição de corantes.

Outros fatores que podem causar queda de pelo

Além da alimentação, o contato com agentes parasitas, como pulgas e carrapatos, pode ocasionar alergias e irritações na pele, que também levam à queda de pelos.

Não menos importante e influente na queda de pelos, a higiene é um fator determinante para a manutenção da saúde estética dos cães – banhos regulares auxiliam na remoção de pelos mortos e soltos e evitam que fios se soltem pela casa e impregnem nas roupas e estofados. Por outro lado, como tudo em excesso pode se tornar prejudicial, banhos frequentes em um curto intervalo de tempo podem causar ressecamento da pele e contribuir para a queda dos fios. No entanto, se mesmo seguindo essa rotina de cuidados seu pet apresentar queda de pelos, é recomendado visitar um veterinário, que terá toda expertise necessária para investigar o quadro clínico e prescrever a melhor medida para recuperar a saúde do pet.

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A obesidade, assim como para os humanos, é um fator muito prejudicial à saúde do pet e pode ocasionar diversos problemas. Considerados membros da família, eles desfrutam de deliciosos pratos de comida e dos maus hábitos alimentares que nós adquirimos; e somados às porções diárias de ração e aperitivos, faz com que os cães também compartilhem dessa doença tão comum aos humanos nos dias atuais: a obesidade.

Uma vez que os cães apenas se alimentam do que servimos… sim, somos nós os culpados pelo comprometimento da saúde deles – além do excesso de peso comprometer a qualidade de vida do animal, influencia negativamente na sua longevidade.

Assim como os humanos, alguns cachorros podem apresentar tendência à obesidade?

A resposta é sim. Cerca de um terço da população canina mundial sofre com obesidade, sendo que nesse índice, as fêmeas são mais afetadas. Além disso, vale considerar que existem rações supercalóricas e algumas raças têm predisposição a engordar consideravelmente, como Basset Hound, Beagle, Dogue Alemão, Golden Retriever, Pug, São Bernardo, entre outros; mas os cães também podem apresentar sobrepeso por razões metabólicas ou stress.

Outro fator que pode contribuir para a obesidade canina é ao processo de castração – a castração pode desencadear ganho de peso, sendo necessário vigiar as porções de ração disponibilizadas para consumo diário e a frequência das recompensas com aperitivos. Uma dica é dar ao pet a dosagem de ração indicada na embalagem, sem excessos durante o dia.

Consequências da obesidade

A obesidade canina acarreta maior risco em cirurgias, aumento do ritmo de funcionamento dos órgãos (pressão), surgimento e agravamento de doenças articulares, como artrite; problemas respiratórios, diabetes, hipertensão, maior probabilidade de desenvolver tumores, problemas gastrointestinais e do sistema imunológico.

Como combater a obesidade

A prevenção sempre é a melhor atitude para manter seu cão saudável. Mas caso ele já tenha sido afetado pela obesidade, existem algumas medidas simples que podem ser adotadas para devolvê-lo sua qualidade de vida: atitudes como observar o tipo de alimentação e a frequência com que o pet se alimenta; reduzir o valor energético sem diminuir a quantidade de ração, suspender guloseimas, estimular o consumo máximo de água e a prática de exercícios são iniciativas que além de contribuir para a perda de peso, devem proporcionar de forma efetiva a inclusão de bons hábitos na vida do cãozinho, além de colaborar também para sua sobrevida.